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DO SOLDADO AO CORONEL, UNIDOS PELA PMESP!

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ALERTA GERAL - CONVOCAÇÃO - UU

ATENÇÃO

2 de set de 2014

Lança-perfume 'turbinado' é vendido em bailes funk de rua em São Paulo

Droga, que pode até matar, é nova moda nos chamados pancadões.
Os traficantes colocam até soda cáustica no lança-perfume.


 O Jornal Hoje exibe uma série de reportagens que denuncia a venda de lança-perfume 'turbinado' e mais perigoso para crianças e jovens. A droga, que pode matar, é mais nova onda nos bailes funk que acontecem em algumas regiões de São Paulo, os chamados pancadões.
Os traficantes colocam até soda cáustica no lança-perfume. A droga é consumida à vontade no meio da rua. Durante dois meses, a Câmera JH visitou os pancadões da capital paulista. Assista a reportagem completa no vídeo acima.

 A segunda reportagem da série especial mostra como os traficantes turbinam o lança-perfume. Sem fiscalização, os jovens usam a droga à vontade nos bailes funk, em São Paulo. A droga é uma mistura de essência com cloreto de etila, uma substância química encontrada em solventes. A venda do composto é controlada no Brasil e apenas a indústria química pode comprar.
Para turbinar o lança-perfume, os traficantes incluem o éter e o clorofórmio, que são usados em anestésicos e tintas e pesticidas; a benzina, que é extraída do petróleo; o tolueno, presente em materiais de construção e o fenol, que é usado na fabricação de corantes e resinas.
No começo do ano, uma adolescente morreu depois de usar lança-perfume a noite toda.
Jornal Hoje São Paulo,

PM fingiu ser traficante responsável por morte de Amarildo, diz laudo

Laudo de voz do Instituto de Criminalística Carlos Éboli confirmou inquérito.
Marlon Campos Reis e outro soldado tentaram incriminar traficantes.



O Ministério Público do Rio de Janeiro informou, nesta segunda-feira (1) que os laudos de voz do caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, em julho de 2014, indicam que o soldado Marlon Campos Reis de fato se fez passar por um criminoso, na tentativa de responsabilizar traficantes pela morte de Amarildo, torturado por policiais da UPP da Rocinha, na Zona Sul do Rio.

Segundo parecer do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), é do soldado Marlon Campos Reis a voz do homem que ligou para outro policial fingindo ser o traficante Thiago da Silva Neris, conhecido como Catatau (na intenção de atribuir ao tráfico de drogas a resposabilidade pelo “sumiço” de Amarildo). Na ligação, Marlon faz supostas ameaças e diz que já “botou o Boi (apelido de Amarildo) na sua conta”.

Marlon sabia que sua ligação estava sendo monitorada, por ordem judicial, porque efetuou ligação para um celular de outro policial que sabia estar grampeado na chamada Operação Paz Armada, realizada no dia 13 de julho de 2013 na favela da Rocinha. A versão inicial de que a voz seria do traficante foi logo descartada por um laudo da Polícia Civil.

Em seguida, nova análise feita pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia (DEDIT) da CSI, comparando a voz dos 34 PMs citados no processo, descobriu que o soldado Marlon foi o autor da ligação, acompanhado do soldado Vital. Com o telefone monitorado, eles foram a Higienópolis fazer a ligação.

O processo do caso Amarildo, que tramita na 35ª Vara Criminal, irá ingressar na fase de alegações finais. Em outubro de 2013, a Justiça recebeu denúncia do MPRJ contra 25 policiais por tortura , 17 por ocultação de cadáver, 13 por formação de quadrilha e quatro por fraude processual.
Tortura
Uma ação civil pública do Ministério Público do Rio aponta que dois dos mesmos policiais que participaram diretamente da tortura do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza - desaparecido no dia 14 de julho de 2013 após policiais da UPP Rocinha o levarem para uma averiguação - também foram responsáveis pela tortura de mais três adolescentes na favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Ao todo, 29 PMs, entre eles o major Edson Santos, comandante da UPP da Rocinha à época, participaram do desaparecimento pedreiro. 

Além das três supostas vítimas de tortura pelos mesmos policiais envolvidos no caso Amarildo, outras cinco pessoas foram vítimas de agressões físicas e psicológicas por outros agentes lotados na mesma UPP. O MP quer que o Estado pague pelo menos R$ 50 mil a cada vítima de tortura ou seus familiares. Ao todo, por tanto, nove pessoas ou suas famílias poderão ser indenizadas.
Segundo a ação civil, o soldado Douglas Roberto Vital Machado torturou dois jovens moradores e o tenente Luiz Felipe de Medeiros invadiu a casa de um adolescente e acompanhado de outro policial o ameaçou de morte, deu tapas, socos a fim de conseguir informações sobre "o paradeiro de drogas e determinado traficante". Ambos são acusados de participar ativamente da tortura de Amarildo.
A ação foi ajuizada pela promotora Gláucia Santana por ato de improbidade administrativa contra 31 policiais militares acusados de torturar nove moradores da Rocinha. Na ação, a promotora pede a condenação dos policiais à perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por cinco anos, além de pagamento de multa a ser fixada pela Justiça.

O Ministério Público também requereu à Justiça que o Estado seja obrigado a pagar indenização a cada uma das vítimas no valor de R$ 50 mil, além de depositar R$ 450 mil em um fundo estadual de defesa dos interesses difusos coletivos, a título de danos morais coletivos.

A Procuradoria-Geral do estado afirmou que ainda não foi notificada sobre as indenizações. O comando da Polícia Militar informou que não foi notificado oficialmente sobre a ação civil pública movida pelo Ministério Público contra 31 policiais militares acusados de torturar moradores da comunidade da Rocinha. Treze policiais citados na denúncia já estão presos por envolvimento no desaparecimento de Amarildo de Souza. Outros dois PMs também citados já responderam a um Inquérito Policial Militar (IPM) por abuso de autoridade e o caso agora está no 4º Juizado Especial Criminal.
A Corregedoria Interna da PM finalizou no início do mês de julho o IPM do caso Amarildo, indicando que 29 policiais militares tiveram participação no desaparecimento do ajudante de pedreiro. Os praças respondem a um Conselho de Disciplina. Já os oficiais respondem ao Conselho de Justificação da Secretaria de Segurança.

Operação Paz Armada 
Os casos foram relatados ao MP pelo Conselho Estadual dos Direitos Humanos e ocorreram, a partir de março de 2013, quando foi deflagrada a operação Paz Armada pela UPP da Rocinha e pela 15ª DP (Gávea) , para combater o tráfico de drogas na comunidade.

De acordo com a denúncia, moradores foram detidos sem qualquer flagrante; residências foram invadidas sem que a Polícia tivesse mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça; moradores da comunidade foram vítimas de ameaças, abuso de autoridade, e até mesmo de tortura e ações violentas cometidas por agentes militares contra gestantes e adolescentes. A operação também resultou na morte do pedreiro Amarildo Dias de Souza, em 14 de julho de 2013.

A partir da denúncia, foi instaurado inquérito civil e tomados os depoimentos de moradores na comunidade e na Promotoria, o que permitiu a ação.

A ação civil pública pede a condenação de Edson Raimundo dos Santos, Luiz Felipe de Medeiros, Douglas Vital Machado, Marlon Campos Reira, Joge Luiz Gonçalves Coelho, Victor Vinicius Pereira da Silva, Jairo da Conceição Ribas, Anderson Cesar Soares Maia, Wellignton Tavares da Silva, Fábio Brasil da Rocha da Graça, Reinaldo Gonçalves dos Santos, Lourival Moreira da Silva, Wagner Soares do Nascimento, Rachel de Souza Peixoto, Thaís Rodrigues Gusmão, Felipe Maia Queiroz Moura, Dejan Marcos de Andrade Ricardo, Jonatan de Oliveira Moreira, Márcio Fernandes de Lemos Ribeiro, Bruno dos Santos Rosa, Sidney Fernando de Oliveira macário, Vanessa Coimbra Cavalcanti, João Magno de Souza, Rafael bayma Mandarino, Rodrigo Molina Pereira, Adson Nunes da Silva, Tiago José Martins de Medeiros, Wesley Souza da Costa, Sidnei Leão dos Santos Filho, Rafael Adriano Silva de Carvalho e Vitor Luiz Evangelista.
Placa na Rua Von Martius também foi modificada (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)Placa na Rua Von Martius também foi modificada
(Foto: Fernanda Rouvenat/G1)
Manifestações
O desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo provocou muitas manifestações na Rocinha - muitas delas chegaram a interditar a Autoestrada Lagoa-Barra. Placas de rua foram modificadas e o nome do ajudante de pedreiro foi colocado no lugar dos nomes reais das vias, como a Von Martius, no Jardim Botânico, e na Almirante Salgado, em Laranjeiras. Na placa, Amarildo é descrito como "torturado e assassinado por policiais da UPP da Rocinha".
Do G1 Rio

Polícia procura PM acusado de matar o próprio pai na Baixada Fluminense

Soldado Marco Aurélio da Silva Henrique é considerado foragido.
Mandado de prisão foi expedido pelo Tribunal do Júri de Magé.


A Polícia Civil procura um PM acusado de matar o próprio pai dentro de casa em Piabetá, distrito de Magé, na Baixada Fluminense, no dia 24 de agosto. O soldado Marco Aurélio da Silva Henrique, que prestava serviços na UPP Arará-Mandela, é considerado foragido. Segundo a polícia, ele matou o pai Manuel Henrique Filho, de 54 anos.
O corpo de Manuel foi encontrado no dia seguinte do crime, a seis quilômetros da casa onde eles moravam. De acordo com o delegado que cuida do caso, o mandado de prisão contra o PM foi expedido pelo Tribunal do Júri de Magé.
Do G1 Rio

Candidatos relatam vazamentos de fotos em concurso da PM no RJ

Eles reclamam da organização e de conteúdos não mencionados no edital.
PM diz que responsabilidade é de empresa contratada, que pode ser multada.


Usuários denunciaram vazamento de fotos da prova em grupo de rede social (Foto: Reprodução/ Facebook)Usuários denunciaram vazamento de fotos da prova
em rede social (Foto: Reprodução/ Facebook)
Candidatos a vagas na Polícia Militar reclamam de irregularidades no concurso da corporação, realizado neste domingo (31). A principal queixa é de que conteúdos não indicados no edital foram cobrados nas provas de história e informática do exame. Usuários ainda denunciaram que concorrentes postaram fotos do cartão resposta durante a prova nas redes sociais.
A Polícia Militar confirmou que dois candidatos foram expulsos do concurso no domingo por terem entrado com celular escondido e publicado imagens da prova nas redes sociais. Segundo a corporação, o exame é organizado pela empresa Exatus, contratada após licitação. A PM afirma que se forem comprovadas falhas, a companhia responsável será multada, de acordo com a Lei das Licitações.
O concurso para soldado da PM oferecia 6 mil vagas, segundo o edital, e teve cerca de 105 mil concorrentes.
“Nós queríamos que cancelasse a prova. A prova começaria 13h. Atrasou e já começou quase 14h. Para uma prova de nível médio estava dificílima. Um grupo está até organizando uma passeata para o dia 14 para reclamar da prova”, disse um candidato, que não quis se identificar. Ele se prepara para o concurso desde 2012.
De acordo com o edital, a prova de informática cobraria conhecimentos do Microsoft Office – pacote de programas básicos de computador - de 2007. No entanto, os concorrentes alegam que o exame exigia conhecimentos da versão 2013. A prova de história também teria tido questões sobre acontecimentos anteriores ao período publicado no edital.
Para o professor Rafael Eugênio Vieira, dono de um curso preparatório para concursos públicos há 10 anos, além das questões não condizentes com o edital, o grau de dificuldade foi acima do comum para um concurso de nível médio.
“Na prova de informática, as questões de Excel são de nível superior. Cai em provas para Fiscal da Receita e Polícia Federal. Em história aconteceu algo tão absurdo quanto, caiu a Batalha de Jenipapo. Eu sou pesquisador de provas de concursos e isso nunca caiu em concurso nenhum. Não tem nem em livro didático.  A PM deve ter feito algum pedido para a prova ser difícil. Essa banca (Exatus) fugiu completamente do parâmetro de outras provas que ela já fez”, disse o professor.
Governador diz estar 'atento'
No fim da noite de segunda-feira (1º), o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse estar atento às possíveis falhas no concurso da PM e que vai contratar mais policiais e aperfeiçoar seus treinamentos, através de sua página no Facebook.
“Se forem constatadas (as irreguladirade), estas serão reunidas em um relatório que será enviado, quarta-feira, para o Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), e este repassará à Diretoria de Logística (DL), setor da PM responsável pelas licitações. Caso fique provada qualquer irregularidade a empresa será punida conforme prevê a lei”, postou o governador. 
G1 tentou entrar em contato com a Exatus, mas não obteve sucesso até a publicação desta reportagem.
Do G1 Rio

Sargento da PM é detido na BR-153 com camionete adulterada

Veículo tinha 'fortes indícios de adulteração', de acordo com a PRF.
Militar é do Distrito Federal e foi encaminhado para a delegacia de Guaraí.

Camionete apreendida com sargento da PM, do Distrito Federal, tinha indícios de adulteração (Foto: Divulgação/PRF-TO)Camionete apreendida com sargento da PM, do
Distrito Federal, tinha indícios de adulteração
(Foto: Divulgação/PRF-TO)
Um sargento da Polícia Militar do Distrito Federal foi detido na tarde de sábado (30), no km 329 da BR 153, em Guaraí, na região central do Tocantins. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ele conduzia uma camionete cujo documento havia "fortes indícios de adulteração".
De acordo com a PRF, o veículo, que tem placas de Minas Gerais, também estava com os sinais identificadores adulterados. Depois de consultar o sistema do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF), os agentes descobriram que a camionete tinha uma ocorrência de furto/roubo.
Um tenente do 7º Batalhão da Polícia Militar de Guaraí acompanhou os procedimentos e, conforme a PRF, a pistola e as munições em poder do policial detido foram recolhidas. "Em seguida houve o encaminhamento da ocorrência à Central de Flagrantes de Guaraí", finalizou a PRF.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o sargento foi ouvido e liberado. Na delegacia, ele disse não saber que o veículo era adulterado. Ainda conforme a SSP, a camionete, que continuou apreendida, vai passar pela perícia e após os procedimentos cabíveis será devolvida ao verdadeiro dono.
Do G1 TO
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