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DO SOLDADO AO CORONEL, UNIDOS PELA PMESP!

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DO SOLDADO AO CORONEL, UNIDOS PELA PMESP!

ALERTA GERAL - CONVOCAÇÃO - UU

ATENÇÃO

2 de set de 2014

PM suspeito de crime em moradia social não tem perfil de beneficiário

Recebendo o triplo da renda estabelecida, PM não poderia morar no local.
Soldado é suspeito de matar homem com três tiros em conjunto no Amapá.


Caso aconteceu no Conjunto Macapaba, na Zona Norte de Macapá (Foto: Reprodução/TV Amapá)Caso aconteceu no Conjunto Macapaba, na Zona
Norte de Macapá (Foto: Reprodução/TV Amapá)
O soldado da Polícia Militar suspeito de matar a tiros o vizinho no Conjunto Habitacional Macapaba, em Macapá, na noite de sábado (30), não poderia ser beneficiário de um dos apartamentos do residencial. O militar possui renda mensal quase três vezes maior do que a permitida pela Caixa Econômica Federal. Vizinhos contaram que o PM mora no conjunto desde a inauguração, em julho de 2014.
De acordo com a Secretaria de Inclusão e Mobilização Social (Sims), responsável por elaborar o dossiê de cada beneficiário, consta no apartamento onde ele mora apenas o registro do nome da mulher dele e da filha dela. Segundo o órgão, a beneficiária atende aos requisitos de ganhos mensais, não ultrapassando R$ 1.600. Alice Ribeiro, secretária adjunta de políticas de assistência, afirmou, porém, que a mulher deveria ter informado no cadastro o nome e a renda do companheiro.
"O nome desse PM não aparece na lista do Macapaba como proprietário e nem como cônjuge de nenhum morador. Quando o beneficiário faz a inscrição, ele deve informar sobre membros da composição familiar, como filho, marido, mãe e avós. Para averiguar se houve erro ou não vamos esperar o andamento do inquérito policial, pois ainda temos poucas informações sobre o caso", disse Alice.
Portal da Transparência informam ganhos de soldado da Polícia Militar (Foto: Reprodução)Portal da Transparência informa ganhos do soldado da Polícia Militar (Foto: Reprodução)
Dados do Portal da Transparência, consultados pelo G1 às 13h37 desta segunda-feira (1º),apontam que o PM recebe um salário líquido de R$ 4.741,15. Ainda na tarde desta segunda, os vizinhos do apartamento da família contaram que durante a manhã todos os móveis da casa foram retirados rapidamente, e com a ajuda de policiais militares.
Alice Ribeiro, secretária adjunta de políticas de assistência da Sims (Foto: John Pacheco/G1)Alice Ribeiro, secretária adjunta de políticas de
assistência da Sims (Foto: John Pacheco/G1)
"Eles encostaram um caminhão aqui e desceram vários policiais de uniforme, pegaram as coisas deles e foram embora. A esposa e a filha estavam em um carro pequeno esperando a mudança. Não falaram com ninguém e saíram rápido aqui do conjunto, deixando tudo trancado", reforçou uma vizinha, que pediu para não ser identificada.
A secretaria informou que se houver alguma transgressão da forma como o apartamento foi obtido, haverá uma abertura de processo por parte da Caixa Econômica Federal, que pode resultar na perda do benefício.
Crime
A polícia informou que o suspeito atirou em Clenildo Sales, de 34 anos, após uma discussão entre algumas pessoas que bebiam ao lado do apartamento do PM. Ele teria atirado por três vezes contra a vítima que teve perfurações na cabeça, na coxa e no peito. O suspeito fugiu do local, mas foi preso horas depois. Ele está detido no Comando Geral da PM.
A irmã da vítima disse durante o velório que a discussão iniciou por causa de uma muda de palmeira plantada em frente a casa do policial.
A Corregedoria-Geral da Polícia Militar informou que vai instaurar sindicância depois de receber o inquérito da Polícia Civil, para investigar a morte.
Do G1 AP

'Detentos não entraram em contato', diz Coape sobre greve de fome no RN

Coordenadora do sistema penitenciário não recebeu nenhuma reivindicação.
São 2.500 presos protestando em 8 presídios; motivo ainda é mistério.


Dinorá Simas, diretora da Penitenciária Estadual de Alcaçuz/RN (Foto: Ricardo Araújo/G1)Coordenadora do sistema penitenciário, Dinorá não
recebeu reivindicações(Foto: Ricardo Araújo/G1)
A Coordenadoria de Administração Penitenciária (Coape) não recebeu nenhuma reivindicação dos presos que estão em greve de fome desde a manhã desta segunda-feira (1) em pelo menos oito unidades prisionais do Rio Grande do Norte. A coordenadora do sistema penitenciário, Dinorá Simas, conta não ter recebido nada formalmente. "Por enquanto estamos sabendo de suposições, mas não podemos falar nada. Estamos apurando o motivo da greve de fome", diz.

Dinorá acrescenta que os presos não aceitaram nenhuma das refeições nesta terça-feira (2). A coordenadora esteve reunida com diretores de presídios do estado e ficou definido que o procedimento será o mesmo adotado na segunda. "O dia foi tranquilo e não houve tumulto. Estamos esperando o contato deles", conta.

Segundo levantamento feito pelo G1, com base nos dados repassados pela própria Coape e diretores dos presídios - os presos não querem comer na Penitenciária de Alcaçuz - que fica em Nísia Floresta; no Presídio Rogério Coutinho Madruga, conhecido como Pavilhão 5 de Alcaçuz; na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP); na Cadeia Pública de Natal; na Penitenciária Estadual do Seridó, em Caicó; no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ceará-Mirim. Juntas, as unidades possuem cerca de 2.500 apenados.
Situação
Durante o primeiro dia de greve de fome, na Penitenciária de Alcaçuz, maior unidade prisional do estado, dos quatro pavilhões onde estão encarcerados 900 detentos, três aderiram à greve, totalizando 550 presos sem se alimentar. Os presos costumam fazer quatro refeições por dia em Alcaçuz. É servido pão e café pela manhã e à noite, enquanto as quentinhas são distribuídas no almoço e jantar. "Para não perder tudo, redistribuímos a comida com os 350 presos que estavam comendo normalmente", explicou o diretor da unidade, Ivo Freire, que pretende visitar os pavilhões nesta terça para apurar o motivo da greve de fome. Nesta terça, os detentos de um dos pavilhões em greve de fome voltaram a se alimentar.

Enquanto isso, na Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, conhecida como Pavilhão 5 de Alcaçuz, 350 dos 400 presos se mobilizaram na segunda. Com isso, cerca de 700 quentinhas servidas no almoço e jantar desta segunda estragaram. O diretor da unidade, Osvaldo Rossato, não recebeu reivindicações. "Não temos notícia do que seja", afirma.
Penitenciária Estadual de Alcaçuz (Foto: Ricardo Araújo/G1)Penitenciária Estadual de Alcaçuz
(Foto: Ricardo Araújo/G1)
O diretor da Penitenciária Estadual de Parnamirim, Durval Oliveira Franco, informou que também não houve registro de tumulto entre os 497 presos da unidade. "Os dois pavilhões evitaram as refeições o dia todo. O movimento foi silencioso. As quentinhas se perderam todas", relata.
Na Cadeia Pública de Natal, a solução encontrada pelo diretor Eider Pereira de Brito foi doar as refeições para bairros periféricos da cidade. "Os 400 detentos dos dois pavilhões aderiram. Já doamos as sobras para comunidades carentes", disse.

De acordo com o vice-diretor da Penitenciária do Seridó, Ednaldo Cândido Dantas, a maior parte da comida estragou. "A carne deu para colocar no freezer e evitar o desperdício", conta. Na unidade, 310 dos 470 apenados não aceitaram as refeições. Participam da greve de fome os detentos dos dois maiores pavilhões da penitenciária, que possui um total de cinco pavilhões.
Já no CDP de Ceará-Mirim, segundo Dinorá Simas, 50 presos estão sem comer.
Do G1 RN

ALE-AL derruba veto à Lei de Promoções e militares comemoram

Governador Teotonio Vilela tem 48 horas para sancionar a Lei.
Se perder o prazo a ALE promulga.


Militares comapreceram em peso à ALE e comemorarm decisão dos deputados (Foto: Michelle Farias/G1)Militares comapreceram em peso à ALE e
comemorarm decisão dos deputados
(Foto: Michelle Farias/G1)
A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE-AL), durante sessão ordinária desta terça-feira (2), derrubou o veto da Lei de Promoções dos militares. O governador Teotonio Vilela (PSDB) tem 48 horas para sancionar a Lei. Caso perca o prazo, a ALE promulga a Lei que entra entra em vigor a partir da publicação no Diário Oficial.

A categoria dos militares compareceu em peso à ALE e vibrou com a aprovação do veto. Eles trouxeram faixas e cartazes na tentativa de sensibilizar os deputados. "Estávamos confiantes que a ALE iria aprovar. Estamos discutindo com o governador desde 2007 e ele sempre teve um tratamento diferenciado com a categoria", afirma o tenente Mizael Pessoa, presidente da Assomal [Associação dos Oficiais Militares de Alagoas] .
Além da votação sobre a Lei de Promoções, foi derrubada também o veto da Lei 5.546 que regulamenta a idade mínima e máxima de ingresso na carreira de soldado combatente. A idade máxima passa de 30 para 40 anos.
Entenda o caso
O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) vetou, no último dia 20, o projeto de Lei que regulamenta a troca de patentes dentro da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa de Alagoas x (ALE), em junho deste ano.
O projeto trata dos critérios e das condições que asseguram aos oficiais e praças da ativa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Alagoas, acesso à hierarquia militar. A proposta recebeu três emendas (duas aditivas e uma supressiva) que resultaram em cerca de 30 alterações no texto inicial.
A lei cria a promoção especial por tempo de serviço que proporcionará ao militar, de soldado a oficial, independentemente do número de vagas, acesso à hierarquia no desenvolvimento da carreira. Com isso, cada membro de um determinado posto policial teria um tempo específico de serviço na corporação a cumprir, para que tenha assegurado a sua hierarquia.

No veto, o governo alega que as alterações aprovadas pela Assembleia são inconstitucionais e contrárias ao interesse público. Segundo o veto, a criação de promoção especial na carreira cria uma nova espécie de promoção - a promoção especial na carreira - que se dará independentemente de vaga e de prévia confirmação no quadro de acesso, no qual o militar, após certo número de anos em cada graduação ou posto, será automaticamente promovido.
Do G1 AL

Justiça avalia caso de menino de 9 anos jurado de morte por traficantes

Conselho Tutelar pediu a suspensão do poder familiar da mãe da criança.
Garoto tem registro de 20 passagens por furto, roubo e tráfico, em Goiânia.


O Conselho Tutelar requisitou à Justiça de Goiás, na segunda-feira (1º), a suspensão do poder familiar da mãe de um menino de 9 anos que, segundo conselheiros, é jurado de morte por traficantes em Goiânia. Apesar da pouca idade, a criança já tem registro de 20 passagens por crimes como furto, roubo e tráfico de drogas. O caso dele é acompanhado desde 2008 pelo Conselho Tutelar da capital e agora será avaliado também pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário.
Segundo a juíza Mônica Neves Soares Gioia, do Juizado de Infância e Juventude, o pedido do Conselho ainda será avaliado. “A gente vai analisar, visitar a casa, o Ministério Público vai falar nos autos. Porque é uma medida muito drástica, tudo tem que ser pensado e as providências tomadas no momento adequado”.
No sábado (30), o garoto foi internado, pela quarta vez, em um abrigo onde deveria permanecer na companhia da mãe, por ordem da Justiça. Entretanto, ambos ficaram apenas três horas no local e fugiram.
De acordo com o Conselho Tutelar, desde os três anos a criança tem um histórico de indisciplina, evasão escolar, furto e envolvimento com drogas. Os conselheiros suspeitam que a mãe também esteja envolvida com entorpecentes.
De acordo com a juíza, providências estão sendo tomadas para proteger o menino. Porém, ela não informa quais são as medidas adotadas. “Eu não posso noticiar porque eu colocaria em risco a própria integridade física dele”,  explica.
Menino de 9 anos é jurado por traficantes e tem 20 passagens na polícia, em Goiânia, Goiás (Foto: Cristina Cabral/O Popular)
Menino de 9 anos é jurado por traficantes e tem 20 passagens na polícia (Foto: Cristina Cabral/O Popular)
Do G1 GO

Juíza acha que não errou ao soltar Cadu: 'Tomei todas as precauções'

Acusado de matar cartunista foi solto em 2013 e voltou a ser preso em GO.
Ele é suspeito de envolvimento em dois assaltos, um deles com morte.


Juíza Telma Aparecida Alves diz que Cadu era acompanhado: 'Não tenho como prever' (Foto: Paula Resende/G1)Juíza Telma Aparecida diz que Cadu era
acompanhado (Foto: Paula Resende/G1)
A juíza Telma Aparecida Alves, da 4ª Vara de Execuções de Goiânia, disse acreditar que não houve erro ao conceder liberdade, no ano passado, a Carlos Eduardo Sundsfeld Nunes, de 29 anos, conhecido como Cadu, assassino confesso do cartunista Glauco Vilas Boas e do filho dele, Raoni Vilas Boas. "Tomei todas as precauções que estavam ao meu alcance, os relatórios, os laudos médicos. Não acho que houve um erro", afirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira (2).
Cadu, que estava livre desde agosto de 2013 após ser diagnosticado com esquizofrenia, foi preso novamente na segunda-feira (1º), na capital, suspeito de um latrocínio e uma tentativa de latrocínio. "Não tenho como prever o comportamento dos presos que cumprem medida de segurança, infelizmente aconteceu", afirmou a juíza.
A magistrada rebateu a crítica do advogado Alexandre Khuri Miguel, que defende os interesses de Beatriz Galvão Veniss, viúva de Glauco Vilas Boas e mãe de Raoni Ornelas, assassinados em 2010, em Osasco (SP). Ele disse que “ao soltar Cadu, a juíza escreveu a crônica de uma morte anunciada e permitiu uma nova morte”.  Telma afirmou que “lamenta muito que ele tenha esse posicionamento”. “O juiz toma as decisões com base em fundamentos, documentos, atestados. O judiciário toma atitudes conforme a legislação”, disse ao G1.
A juíza ressaltou que Cadu era acompanhado mensalmente pela Justiça de Goiás e que "a vida dele estava controlada". "Ele fazia faculdade de psicologia e estava trabalhando como limpador de piscina. Ele foi a várias casas e não houve nenhum problema. Antes, ele chegou a trabalhar em uma empresa de telefonia, mas quando foram assinar a carteira de trabalho, viram que ele cumpria medida de segurança e não o contrataram", destacou a magistrada.

Cadu continuava a fazer tratamento contra esquizofrenia na rede pública de saúde do estado. A informação foi confirmada ao G1 pela superintendente de Políticas de Atenção Integral à Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde de Goiás, Mabel Bel Socorro. No entanto, diferente do que disse a juíza, a superintendente afirma que ele comparecia a um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de três em três meses.“Temos registros de que ele continuava frequentando o Caps e, segundo a família, tomava a medicação corretamente e até estava trabalhando”, afirmou.

Mabel diz que, logo após ser transferido para Goiânia, o jovem foi incluído no Programa de Atenção Integral ao Louco Infrator (Paili), pelo qual passou por tratamento em uma clínica psiquiátrica. “Foram feitas avaliações médicas que comprovaram que ele não precisava ficar recluso e ele foi encaminhado para o atendimento ambulatorial. A junta Oficial do Poder Judiciário também entendeu que ele poderia voltar ao convívio social, em agosto de 2013", disse.

Sobre os novos crimes pelos quais Cadu é suspeito, a juíza Telma Aparecida explicou que ele será indiciado como um criminoso comum. No entanto, em função da esquizofrenia, ele poderá ser absolvido.
“Ele vai ser levado a julgamento pelo juiz criminal. O juiz deve pedir novos laudos, até porque ele já é paciente de medida de segurança. Se, por acaso, o laudo atestar que no momento da conduta ele tinha condição de perceber o que estava fazendo, o juiz pode vir a condená-lo. Se ficar atestado que ele estava com algum distúrbio mental, poderá ser aplicada a medida de segurança novamente”, explicou a magistrada.
Cadu e comparsa presos pela polícia com carro roubado, em Goiânia (Foto: Paula Resende/G1)Cadu segue detido em delegacia de
Goiânia (Foto: Paula Resende/G1)
Tratamento
A superintendente explica que os pacientes atendidos pelo programa, sejam eles suspeitos de crimes, ou não, sofrem de doenças psiquiátricas e recebem a mesma atenção. “Toda pessoa que sofre com essas doenças podem cometer crimes, por isso não existem distinção na rede de saúde. Muitas pessoas defendem os manicômios psiquiátricos, que são aqueles em que os pacientes ficam reclusos para o resto da vida, mas isso não é o ideal. A pessoa precisa ser tratada, não adianta ficar presa e continuar doente. Quando ela está bem, pode sim voltar ao convívio social, desde que mantenha o tratamento pelo tempo necessário”, ressaltou.
Mabel destacou que o Paili já tem 10 anos de atividades em Goiás e, dos 425 pacientes atendidos durante esse período, apenas dois, incluindo Cadu, voltaram a ser suspeitos de cometer crimes. “Nesse programa equipes multidisciplinares, formadas por psicólogos, psiquiatras, advogados, entre outros, fazem a avaliação mental e social do paciente. De todos os nossos atendimentos, apenas dois voltaram a ser suspeitos de reincidir em crimes. Sendo assim, é preciso ressaltar que o programa é eficiente”, destacou.
Prisão
Cadu foi preso na tarde de segunda-feira (1º), após uma perseguição policial em Goiânia.De acordo com o delegado Thiago Damasceno, ele dirigia um carro roubado quando foi abordado. Esse veículo havia sido levado durante o assalto no Setor Bueno, na noite de domingo (31), quando um jovem de 21 anos foi assassinado.
O delegado Thiago Damasceno diz que, na segunda-feira, notou o veículo em que estava Cadu em atitude suspeita e decidiu seguí-lo. “Eu tinha a placa e as características do Honda Civic que foi roubado no domingo de um jovem de Goianésia. E hoje, dirigindo pela cidade, eu avistei esse carro e comecei a persegui-lo. Eu pedi ajuda de um guarda municipal. Ao perceber que estava sendo seguido, ele subiu na calçada e tentou fugir, mas acabou batendo no muro e foi rendido”, disse o delegado ao G1.

Segundo ele, Cadu atirou contra os policiais, mas ninguém se feriu. Em seguida, o suspeito tentou fugir, mas foi rendido por policiais militares que passavam pelo local. Com ele, a polícia apreendeu um revólver calibre 38 prateado, mesma descrição da arma que matou o rapaz.
Carlos Eduardo Sundfeld Nunes foi preso suspeito de latrocínio em Goiânia, Goiás (Foto: Divulgação/PM)Cadu estava machucado quando foi preso em
Goiânia (Foto: Divulgação/PM)
Crimes
Cadu é suspeito de envolvimento na tentativa de latrocínio de um agente prisional, de 45 anos, no último dia 28, no Setor Bueno. Câmeras de segurança registraram o momento em que, segundo a Polícia Civil, Carlos Eduardo foge após atirar na vítima.

Nas imagens divulgadas pela polícia goiana, é possível perceber o momento em que um homem desce de um Honda City e caminha pela Rua T-28, na capital. Para o delegado Thiago Damasceno, o rapaz que aparece nas imagens é Cadu.
No vídeo, é possível perceber quando uma VW Saveiro para no meio da via. De acordo com as investigações, nesse momento, o suspeito deu voz de assalto. O agente prisional reagiu e foi baleado na cabeça. Depois, o criminoso volta correndo em direção ao carro que o dava cobertura durante a ação. Segundo a corporação, duas pessoas reconheceram Cadu como sendo o autor dos disparos contra o agente prisional. A vítima foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).

O Hugo informou, nesta manhã, que agente prisional segue internado em estado grave, na Unidade de Terapia Intensiva do hospital e respira com a ajuda de aparelhos.

Cadu também é suspeito de envolvimento em um latrocínio contra um jovem de 21 anos, no último domingo (31), no Setor Bueno, em Goiânia. A vítima havia deixado a namorada em casa, quando foi abordada por dois homens, que deram voz de assalto. Um dos criminosos atirou contra o rapaz, que morreu ainda no local. Os assaltantes fugiram levando o carro roubado.
O delegado afirma que o jovem negou ter cometido os crimes, mas admitiu ter conhecimento de que o carro em que estava quando foi preso, um Honda Civic, era roubado. "Ele parece mais ser dissimulado do que deficiente mental. Creio que ele não tem condições de viver em sociedade", destacou.
Do G1 GO
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