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DO SOLDADO AO CORONEL, UNIDOS PELA PMESP!

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ALERTA GERAL - CONVOCAÇÃO - UU

ATENÇÃO

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2 de set de 2014

PM fingiu ser traficante responsável por morte de Amarildo, diz laudo

Laudo de voz do Instituto de Criminalística Carlos Éboli confirmou inquérito.
Marlon Campos Reis e outro soldado tentaram incriminar traficantes.



O Ministério Público do Rio de Janeiro informou, nesta segunda-feira (1) que os laudos de voz do caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, em julho de 2014, indicam que o soldado Marlon Campos Reis de fato se fez passar por um criminoso, na tentativa de responsabilizar traficantes pela morte de Amarildo, torturado por policiais da UPP da Rocinha, na Zona Sul do Rio.

Segundo parecer do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), é do soldado Marlon Campos Reis a voz do homem que ligou para outro policial fingindo ser o traficante Thiago da Silva Neris, conhecido como Catatau (na intenção de atribuir ao tráfico de drogas a resposabilidade pelo “sumiço” de Amarildo). Na ligação, Marlon faz supostas ameaças e diz que já “botou o Boi (apelido de Amarildo) na sua conta”.

Marlon sabia que sua ligação estava sendo monitorada, por ordem judicial, porque efetuou ligação para um celular de outro policial que sabia estar grampeado na chamada Operação Paz Armada, realizada no dia 13 de julho de 2013 na favela da Rocinha. A versão inicial de que a voz seria do traficante foi logo descartada por um laudo da Polícia Civil.

Em seguida, nova análise feita pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia (DEDIT) da CSI, comparando a voz dos 34 PMs citados no processo, descobriu que o soldado Marlon foi o autor da ligação, acompanhado do soldado Vital. Com o telefone monitorado, eles foram a Higienópolis fazer a ligação.

O processo do caso Amarildo, que tramita na 35ª Vara Criminal, irá ingressar na fase de alegações finais. Em outubro de 2013, a Justiça recebeu denúncia do MPRJ contra 25 policiais por tortura , 17 por ocultação de cadáver, 13 por formação de quadrilha e quatro por fraude processual.
Tortura
Uma ação civil pública do Ministério Público do Rio aponta que dois dos mesmos policiais que participaram diretamente da tortura do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza - desaparecido no dia 14 de julho de 2013 após policiais da UPP Rocinha o levarem para uma averiguação - também foram responsáveis pela tortura de mais três adolescentes na favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Ao todo, 29 PMs, entre eles o major Edson Santos, comandante da UPP da Rocinha à época, participaram do desaparecimento pedreiro. 

Além das três supostas vítimas de tortura pelos mesmos policiais envolvidos no caso Amarildo, outras cinco pessoas foram vítimas de agressões físicas e psicológicas por outros agentes lotados na mesma UPP. O MP quer que o Estado pague pelo menos R$ 50 mil a cada vítima de tortura ou seus familiares. Ao todo, por tanto, nove pessoas ou suas famílias poderão ser indenizadas.
Segundo a ação civil, o soldado Douglas Roberto Vital Machado torturou dois jovens moradores e o tenente Luiz Felipe de Medeiros invadiu a casa de um adolescente e acompanhado de outro policial o ameaçou de morte, deu tapas, socos a fim de conseguir informações sobre "o paradeiro de drogas e determinado traficante". Ambos são acusados de participar ativamente da tortura de Amarildo.
A ação foi ajuizada pela promotora Gláucia Santana por ato de improbidade administrativa contra 31 policiais militares acusados de torturar nove moradores da Rocinha. Na ação, a promotora pede a condenação dos policiais à perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por cinco anos, além de pagamento de multa a ser fixada pela Justiça.

O Ministério Público também requereu à Justiça que o Estado seja obrigado a pagar indenização a cada uma das vítimas no valor de R$ 50 mil, além de depositar R$ 450 mil em um fundo estadual de defesa dos interesses difusos coletivos, a título de danos morais coletivos.

A Procuradoria-Geral do estado afirmou que ainda não foi notificada sobre as indenizações. O comando da Polícia Militar informou que não foi notificado oficialmente sobre a ação civil pública movida pelo Ministério Público contra 31 policiais militares acusados de torturar moradores da comunidade da Rocinha. Treze policiais citados na denúncia já estão presos por envolvimento no desaparecimento de Amarildo de Souza. Outros dois PMs também citados já responderam a um Inquérito Policial Militar (IPM) por abuso de autoridade e o caso agora está no 4º Juizado Especial Criminal.
A Corregedoria Interna da PM finalizou no início do mês de julho o IPM do caso Amarildo, indicando que 29 policiais militares tiveram participação no desaparecimento do ajudante de pedreiro. Os praças respondem a um Conselho de Disciplina. Já os oficiais respondem ao Conselho de Justificação da Secretaria de Segurança.

Operação Paz Armada 
Os casos foram relatados ao MP pelo Conselho Estadual dos Direitos Humanos e ocorreram, a partir de março de 2013, quando foi deflagrada a operação Paz Armada pela UPP da Rocinha e pela 15ª DP (Gávea) , para combater o tráfico de drogas na comunidade.

De acordo com a denúncia, moradores foram detidos sem qualquer flagrante; residências foram invadidas sem que a Polícia tivesse mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça; moradores da comunidade foram vítimas de ameaças, abuso de autoridade, e até mesmo de tortura e ações violentas cometidas por agentes militares contra gestantes e adolescentes. A operação também resultou na morte do pedreiro Amarildo Dias de Souza, em 14 de julho de 2013.

A partir da denúncia, foi instaurado inquérito civil e tomados os depoimentos de moradores na comunidade e na Promotoria, o que permitiu a ação.

A ação civil pública pede a condenação de Edson Raimundo dos Santos, Luiz Felipe de Medeiros, Douglas Vital Machado, Marlon Campos Reira, Joge Luiz Gonçalves Coelho, Victor Vinicius Pereira da Silva, Jairo da Conceição Ribas, Anderson Cesar Soares Maia, Wellignton Tavares da Silva, Fábio Brasil da Rocha da Graça, Reinaldo Gonçalves dos Santos, Lourival Moreira da Silva, Wagner Soares do Nascimento, Rachel de Souza Peixoto, Thaís Rodrigues Gusmão, Felipe Maia Queiroz Moura, Dejan Marcos de Andrade Ricardo, Jonatan de Oliveira Moreira, Márcio Fernandes de Lemos Ribeiro, Bruno dos Santos Rosa, Sidney Fernando de Oliveira macário, Vanessa Coimbra Cavalcanti, João Magno de Souza, Rafael bayma Mandarino, Rodrigo Molina Pereira, Adson Nunes da Silva, Tiago José Martins de Medeiros, Wesley Souza da Costa, Sidnei Leão dos Santos Filho, Rafael Adriano Silva de Carvalho e Vitor Luiz Evangelista.
Placa na Rua Von Martius também foi modificada (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)Placa na Rua Von Martius também foi modificada
(Foto: Fernanda Rouvenat/G1)
Manifestações
O desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo provocou muitas manifestações na Rocinha - muitas delas chegaram a interditar a Autoestrada Lagoa-Barra. Placas de rua foram modificadas e o nome do ajudante de pedreiro foi colocado no lugar dos nomes reais das vias, como a Von Martius, no Jardim Botânico, e na Almirante Salgado, em Laranjeiras. Na placa, Amarildo é descrito como "torturado e assassinado por policiais da UPP da Rocinha".
Do G1 Rio

Polícia procura PM acusado de matar o próprio pai na Baixada Fluminense

Soldado Marco Aurélio da Silva Henrique é considerado foragido.
Mandado de prisão foi expedido pelo Tribunal do Júri de Magé.


A Polícia Civil procura um PM acusado de matar o próprio pai dentro de casa em Piabetá, distrito de Magé, na Baixada Fluminense, no dia 24 de agosto. O soldado Marco Aurélio da Silva Henrique, que prestava serviços na UPP Arará-Mandela, é considerado foragido. Segundo a polícia, ele matou o pai Manuel Henrique Filho, de 54 anos.
O corpo de Manuel foi encontrado no dia seguinte do crime, a seis quilômetros da casa onde eles moravam. De acordo com o delegado que cuida do caso, o mandado de prisão contra o PM foi expedido pelo Tribunal do Júri de Magé.
Do G1 Rio

Candidatos relatam vazamentos de fotos em concurso da PM no RJ

Eles reclamam da organização e de conteúdos não mencionados no edital.
PM diz que responsabilidade é de empresa contratada, que pode ser multada.


Usuários denunciaram vazamento de fotos da prova em grupo de rede social (Foto: Reprodução/ Facebook)Usuários denunciaram vazamento de fotos da prova
em rede social (Foto: Reprodução/ Facebook)
Candidatos a vagas na Polícia Militar reclamam de irregularidades no concurso da corporação, realizado neste domingo (31). A principal queixa é de que conteúdos não indicados no edital foram cobrados nas provas de história e informática do exame. Usuários ainda denunciaram que concorrentes postaram fotos do cartão resposta durante a prova nas redes sociais.
A Polícia Militar confirmou que dois candidatos foram expulsos do concurso no domingo por terem entrado com celular escondido e publicado imagens da prova nas redes sociais. Segundo a corporação, o exame é organizado pela empresa Exatus, contratada após licitação. A PM afirma que se forem comprovadas falhas, a companhia responsável será multada, de acordo com a Lei das Licitações.
O concurso para soldado da PM oferecia 6 mil vagas, segundo o edital, e teve cerca de 105 mil concorrentes.
“Nós queríamos que cancelasse a prova. A prova começaria 13h. Atrasou e já começou quase 14h. Para uma prova de nível médio estava dificílima. Um grupo está até organizando uma passeata para o dia 14 para reclamar da prova”, disse um candidato, que não quis se identificar. Ele se prepara para o concurso desde 2012.
De acordo com o edital, a prova de informática cobraria conhecimentos do Microsoft Office – pacote de programas básicos de computador - de 2007. No entanto, os concorrentes alegam que o exame exigia conhecimentos da versão 2013. A prova de história também teria tido questões sobre acontecimentos anteriores ao período publicado no edital.
Para o professor Rafael Eugênio Vieira, dono de um curso preparatório para concursos públicos há 10 anos, além das questões não condizentes com o edital, o grau de dificuldade foi acima do comum para um concurso de nível médio.
“Na prova de informática, as questões de Excel são de nível superior. Cai em provas para Fiscal da Receita e Polícia Federal. Em história aconteceu algo tão absurdo quanto, caiu a Batalha de Jenipapo. Eu sou pesquisador de provas de concursos e isso nunca caiu em concurso nenhum. Não tem nem em livro didático.  A PM deve ter feito algum pedido para a prova ser difícil. Essa banca (Exatus) fugiu completamente do parâmetro de outras provas que ela já fez”, disse o professor.
Governador diz estar 'atento'
No fim da noite de segunda-feira (1º), o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), disse estar atento às possíveis falhas no concurso da PM e que vai contratar mais policiais e aperfeiçoar seus treinamentos, através de sua página no Facebook.
“Se forem constatadas (as irreguladirade), estas serão reunidas em um relatório que será enviado, quarta-feira, para o Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), e este repassará à Diretoria de Logística (DL), setor da PM responsável pelas licitações. Caso fique provada qualquer irregularidade a empresa será punida conforme prevê a lei”, postou o governador. 
G1 tentou entrar em contato com a Exatus, mas não obteve sucesso até a publicação desta reportagem.
Do G1 Rio

PM suspeito de crime em moradia social não tem perfil de beneficiário

Recebendo o triplo da renda estabelecida, PM não poderia morar no local.
Soldado é suspeito de matar homem com três tiros em conjunto no Amapá.


Caso aconteceu no Conjunto Macapaba, na Zona Norte de Macapá (Foto: Reprodução/TV Amapá)Caso aconteceu no Conjunto Macapaba, na Zona
Norte de Macapá (Foto: Reprodução/TV Amapá)
O soldado da Polícia Militar suspeito de matar a tiros o vizinho no Conjunto Habitacional Macapaba, em Macapá, na noite de sábado (30), não poderia ser beneficiário de um dos apartamentos do residencial. O militar possui renda mensal quase três vezes maior do que a permitida pela Caixa Econômica Federal. Vizinhos contaram que o PM mora no conjunto desde a inauguração, em julho de 2014.
De acordo com a Secretaria de Inclusão e Mobilização Social (Sims), responsável por elaborar o dossiê de cada beneficiário, consta no apartamento onde ele mora apenas o registro do nome da mulher dele e da filha dela. Segundo o órgão, a beneficiária atende aos requisitos de ganhos mensais, não ultrapassando R$ 1.600. Alice Ribeiro, secretária adjunta de políticas de assistência, afirmou, porém, que a mulher deveria ter informado no cadastro o nome e a renda do companheiro.
"O nome desse PM não aparece na lista do Macapaba como proprietário e nem como cônjuge de nenhum morador. Quando o beneficiário faz a inscrição, ele deve informar sobre membros da composição familiar, como filho, marido, mãe e avós. Para averiguar se houve erro ou não vamos esperar o andamento do inquérito policial, pois ainda temos poucas informações sobre o caso", disse Alice.
Portal da Transparência informam ganhos de soldado da Polícia Militar (Foto: Reprodução)Portal da Transparência informa ganhos do soldado da Polícia Militar (Foto: Reprodução)
Dados do Portal da Transparência, consultados pelo G1 às 13h37 desta segunda-feira (1º),apontam que o PM recebe um salário líquido de R$ 4.741,15. Ainda na tarde desta segunda, os vizinhos do apartamento da família contaram que durante a manhã todos os móveis da casa foram retirados rapidamente, e com a ajuda de policiais militares.
Alice Ribeiro, secretária adjunta de políticas de assistência da Sims (Foto: John Pacheco/G1)Alice Ribeiro, secretária adjunta de políticas de
assistência da Sims (Foto: John Pacheco/G1)
"Eles encostaram um caminhão aqui e desceram vários policiais de uniforme, pegaram as coisas deles e foram embora. A esposa e a filha estavam em um carro pequeno esperando a mudança. Não falaram com ninguém e saíram rápido aqui do conjunto, deixando tudo trancado", reforçou uma vizinha, que pediu para não ser identificada.
A secretaria informou que se houver alguma transgressão da forma como o apartamento foi obtido, haverá uma abertura de processo por parte da Caixa Econômica Federal, que pode resultar na perda do benefício.
Crime
A polícia informou que o suspeito atirou em Clenildo Sales, de 34 anos, após uma discussão entre algumas pessoas que bebiam ao lado do apartamento do PM. Ele teria atirado por três vezes contra a vítima que teve perfurações na cabeça, na coxa e no peito. O suspeito fugiu do local, mas foi preso horas depois. Ele está detido no Comando Geral da PM.
A irmã da vítima disse durante o velório que a discussão iniciou por causa de uma muda de palmeira plantada em frente a casa do policial.
A Corregedoria-Geral da Polícia Militar informou que vai instaurar sindicância depois de receber o inquérito da Polícia Civil, para investigar a morte.
Do G1 AP

ALE-AL derruba veto à Lei de Promoções e militares comemoram

Governador Teotonio Vilela tem 48 horas para sancionar a Lei.
Se perder o prazo a ALE promulga.


Militares comapreceram em peso à ALE e comemorarm decisão dos deputados (Foto: Michelle Farias/G1)Militares comapreceram em peso à ALE e
comemorarm decisão dos deputados
(Foto: Michelle Farias/G1)
A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE-AL), durante sessão ordinária desta terça-feira (2), derrubou o veto da Lei de Promoções dos militares. O governador Teotonio Vilela (PSDB) tem 48 horas para sancionar a Lei. Caso perca o prazo, a ALE promulga a Lei que entra entra em vigor a partir da publicação no Diário Oficial.

A categoria dos militares compareceu em peso à ALE e vibrou com a aprovação do veto. Eles trouxeram faixas e cartazes na tentativa de sensibilizar os deputados. "Estávamos confiantes que a ALE iria aprovar. Estamos discutindo com o governador desde 2007 e ele sempre teve um tratamento diferenciado com a categoria", afirma o tenente Mizael Pessoa, presidente da Assomal [Associação dos Oficiais Militares de Alagoas] .
Além da votação sobre a Lei de Promoções, foi derrubada também o veto da Lei 5.546 que regulamenta a idade mínima e máxima de ingresso na carreira de soldado combatente. A idade máxima passa de 30 para 40 anos.
Entenda o caso
O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) vetou, no último dia 20, o projeto de Lei que regulamenta a troca de patentes dentro da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa de Alagoas x (ALE), em junho deste ano.
O projeto trata dos critérios e das condições que asseguram aos oficiais e praças da ativa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Alagoas, acesso à hierarquia militar. A proposta recebeu três emendas (duas aditivas e uma supressiva) que resultaram em cerca de 30 alterações no texto inicial.
A lei cria a promoção especial por tempo de serviço que proporcionará ao militar, de soldado a oficial, independentemente do número de vagas, acesso à hierarquia no desenvolvimento da carreira. Com isso, cada membro de um determinado posto policial teria um tempo específico de serviço na corporação a cumprir, para que tenha assegurado a sua hierarquia.

No veto, o governo alega que as alterações aprovadas pela Assembleia são inconstitucionais e contrárias ao interesse público. Segundo o veto, a criação de promoção especial na carreira cria uma nova espécie de promoção - a promoção especial na carreira - que se dará independentemente de vaga e de prévia confirmação no quadro de acesso, no qual o militar, após certo número de anos em cada graduação ou posto, será automaticamente promovido.
Do G1 AL

Exército vai apurar prisão de um de seus soldados por PMs de UPP

Wendel Freitas, de 18 anos, foi levado para a delegacia algemado por PMs.
Vídeo na internet mostra a ação da polícia na abordagem.


Vídeo foi alvo de debates em redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)Vídeo foi alvo de debates em redes sociais (Foto: Reprodução/Facebook)
O Centro de Instrução Paraquedista do Exército abriu uma sindicância, nesta segunda-feira (1º), para apurar os fatos que envolveram a acusação de desacato entre o Soldado Wendel Furtado de Freitas e uma guarnição da 1ª UPP/19º BPM na última quarta-feira (27) no Morro do Chapéu Magueira, bairro do Leme, Zona Sul do Rio. Um vídeo, que circula na internet, mostra uma abordagem policial feita ao soldado Wendel Freitas, de 18 anos.
As imagens do arquivo mostram os policiais algemando o jovem e encaminhando para a 12ª DP (Copacabana). O vídeo foi compartilhado em várias redes sociais e usuários fizeram na última semana críticas a atuação dos PMs, principalmente por uso de força desproporcional no procedimento.

A comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Chapéu Mangueira/Babilônia, tenente Paula Apulcro, informou ao G1 que por volta das 17h30 da última quarta-feira (27), uma equipe policial da unidade estava em patrulhamento pela Ladeira Ary Barroso, no Morro Chapéu Mangueira, quando um PM solicitou que o soldado encostasse em um canto para ser revistado.

Ainda segundo a oficial, o rapaz se apresentou como militar da Brigada Paraquedista do Exército, que não aceitaria ser revistado e que o policial não tinha autoridade para realizar aquela abordagem nele. O policial então teria pedido sua identificação de militar, mas ele disse que não se identificaria, pois não daria satisfação a um PM e que só reconhece como militar os superiores dele.

Segundo a Polícia Militar, o jovem teria ficado arredio e agressivo e, aumentando o tom de voz, começou a dizer que todos ali eram corruptos. Nesse instante, lhe foi dada voz de prisão por insubordinação. Ele tentou fugir dos policiais, e, ainda de acordo com a corporação, foi necessário que o rapaz fosse algemado para que conduzido até a 12º DP (Copacabana), onde o caso foi registrado como desacato. 
O caso também foi encaminhado para o quartel ao qual o militar pertence para prestar esclarecimentos, como deve ser feito em ocorrências que envolvam militares.

De acordo com informações da 12ª DP (Copacabana) foi feito um registro de desacato. Wendel foi autuado, assinou o termo circunstanciado e liberado. O caso foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal (JECRIM).
Do G1 Rio

Policial militar morre após ser baleado em frente de casa em Osasco

Latrocínio ocorreu por volta das 21h, na Vila Iolanda.
Assaltante fugiu de moto do local; ninguém foi preso.


Um policial militar morreu após ser baleado em uma tentativa de assalto na porta da casa dele na noite desta segunda-feira (1º), em Osasco, na Grande São Paulo, de acordo com informações da Polícia Militar. O latrocínio, que é o roubo seguido de morte, ocorreu por volta das 21h na Rua Padre Paulo Xerdel, na Vila Iolanda.
Após ser abordado na frente de sua residência, o policial reagiu e entrou em luta corporal com o assaltante. Em seguida, ele foi baleado no tórax. O socorro foi acionado e o PM foi encaminhado ao Pronto Socorro Santo Antônio, onde morreu. O suspeito fugiu de motocicleta do local. Ninguém foi preso. A ocorrência foi registrada no 8º distrito policial de Osasco.
Do G1 São Paulo

PM fingiu ser traficante responsável por morte de Amarildo, diz laudo

Laudo de voz do Instituto de Criminalística Carlos Éboli confirmou inquérito.
Marlon Campos Reis e outro soldado tentaram incriminar traficantes.


PMs são indiciados pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo/GNews (Foto: Reprodução Globo News)PMs foram indiciados pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo (Foto: Reprodução Globo News)
O Ministério Público do Rio de Janeiro informou, nesta segunda-feira (1) que os laudos de voz do caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, em julho de 2014, indicam que o soldado Marlon Campos Reis de fato se fez passar por um criminoso, na tentativa de responsabilizar traficantes pela morte de Amarildo, torturado por policiais da UPP da Rocinha, na Zona Sul do Rio.

Segundo parecer do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), é do soldado Marlon Campos Reis a voz do homem que ligou para outro policial fingindo ser o traficante Thiago da Silva Neris, conhecido como Catatau (na intenção de atribuir ao tráfico de drogas a resposabilidade pelo “sumiço” de Amarildo). Na ligação, Marlon faz supostas ameaças e diz que já “botou o Boi (apelido de Amarildo) na sua conta”.

Marlon sabia que sua ligação estava sendo monitorada, por ordem judicial, porque efetuou ligação para um celular de outro policial que sabia estar grampeado na chamada Operação Paz Armada, realizada no dia 13 de julho de 2013 na favela da Rocinha. A versão inicial de que a voz seria do traficante foi logo descartada por um laudo da Polícia Civil.

Em seguida, nova análise feita pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia (DEDIT) da CSI, comparando a voz dos 34 PMs citados no processo, descobriu que o soldado Marlon foi o autor da ligação, acompanhado do soldado Vital. Com o telefone monitorado, eles foram a Higienópolis fazer a ligação.

O processo do caso Amarildo, que tramita na 35ª Vara Criminal, irá ingressar na fase de alegações finais. Em outubro de 2013, a Justiça recebeu denúncia do MPRJ contra 25 policiais por tortura , 17 por ocultação de cadáver, 13 por formação de quadrilha e quatro por fraude processual.
Tortura
Uma ação civil pública do Ministério Público do Rio aponta que dois dos mesmos policiais que participaram diretamente da tortura do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza - desaparecido no dia 14 de julho de 2013 após policiais da UPP Rocinha o levarem para uma averiguação - também foram responsáveis pela tortura de mais três adolescentes na favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Ao todo, 29 PMs, entre eles o major Edson Santos, comandante da UPP da Rocinha à época, participaram do desaparecimento pedreiro. 

Além das três supostas vítimas de tortura pelos mesmos policiais envolvidos no caso Amarildo, outras cinco pessoas foram vítimas de agressões físicas e psicológicas por outros agentes lotados na mesma UPP. O MP quer que o Estado pague pelo menos R$ 50 mil a cada vítima de tortura ou seus familiares. Ao todo, por tanto, nove pessoas ou suas famílias poderão ser indenizadas.
Segundo a ação civil, o soldado Douglas Roberto Vital Machado torturou dois jovens moradores e o tenente Luiz Felipe de Medeiros invadiu a casa de um adolescente e acompanhado de outro policial o ameaçou de morte, deu tapas, socos a fim de conseguir informações sobre "o paradeiro de drogas e determinado traficante". Ambos são acusados de participar ativamente da tortura de Amarildo.
A ação foi ajuizada pela promotora Gláucia Santana por ato de improbidade administrativa contra 31 policiais militares acusados de torturar nove moradores da Rocinha. Na ação, a promotora pede a condenação dos policiais à perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por cinco anos, além de pagamento de multa a ser fixada pela Justiça.

O Ministério Público também requereu à Justiça que o Estado seja obrigado a pagar indenização a cada uma das vítimas no valor de R$ 50 mil, além de depositar R$ 450 mil em um fundo estadual de defesa dos interesses difusos coletivos, a título de danos morais coletivos.

A Procuradoria-Geral do estado afirmou que ainda não foi notificada sobre as indenizações. O comando da Polícia Militar informou que não foi notificado oficialmente sobre a ação civil pública movida pelo Ministério Público contra 31 policiais militares acusados de torturar moradores da comunidade da Rocinha. Treze policiais citados na denúncia já estão presos por envolvimento no desaparecimento de Amarildo de Souza. Outros dois PMs também citados já responderam a um Inquérito Policial Militar (IPM) por abuso de autoridade e o caso agora está no 4º Juizado Especial Criminal.
A Corregedoria Interna da PM finalizou no início do mês de julho o IPM do caso Amarildo, indicando que 29 policiais militares tiveram participação no desaparecimento do ajudante de pedreiro. Os praças respondem a um Conselho de Disciplina. Já os oficiais respondem ao Conselho de Justificação da Secretaria de Segurança.

Operação Paz Armada 
Os casos foram relatados ao MP pelo Conselho Estadual dos Direitos Humanos e ocorreram, a partir de março de 2013, quando foi deflagrada a operação Paz Armada pela UPP da Rocinha e pela 15ª DP (Gávea) , para combater o tráfico de drogas na comunidade.

De acordo com a denúncia, moradores foram detidos sem qualquer flagrante; residências foram invadidas sem que a Polícia tivesse mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça; moradores da comunidade foram vítimas de ameaças, abuso de autoridade, e até mesmo de tortura e ações violentas cometidas por agentes militares contra gestantes e adolescentes. A operação também resultou na morte do pedreiro Amarildo Dias de Souza, em 14 de julho de 2013.

A partir da denúncia, foi instaurado inquérito civil e tomados os depoimentos de moradores na comunidade e na Promotoria, o que permitiu a ação.

A ação civil pública pede a condenação de Edson Raimundo dos Santos, Luiz Felipe de Medeiros, Douglas Vital Machado, Marlon Campos Reira, Joge Luiz Gonçalves Coelho, Victor Vinicius Pereira da Silva, Jairo da Conceição Ribas, Anderson Cesar Soares Maia, Wellignton Tavares da Silva, Fábio Brasil da Rocha da Graça, Reinaldo Gonçalves dos Santos, Lourival Moreira da Silva, Wagner Soares do Nascimento, Rachel de Souza Peixoto, Thaís Rodrigues Gusmão, Felipe Maia Queiroz Moura, Dejan Marcos de Andrade Ricardo, Jonatan de Oliveira Moreira, Márcio Fernandes de Lemos Ribeiro, Bruno dos Santos Rosa, Sidney Fernando de Oliveira macário, Vanessa Coimbra Cavalcanti, João Magno de Souza, Rafael bayma Mandarino, Rodrigo Molina Pereira, Adson Nunes da Silva, Tiago José Martins de Medeiros, Wesley Souza da Costa, Sidnei Leão dos Santos Filho, Rafael Adriano Silva de Carvalho e Vitor Luiz Evangelista.
Placa na Rua Von Martius também foi modificada (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)Placa na Rua Von Martius também foi modificada
(Foto: Fernanda Rouvenat/G1)
Manifestações
O desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo provocou muitas manifestações na Rocinha - muitas delas chegaram a interditar a Autoestrada Lagoa-Barra. Placas de rua foram modificadas e o nome do ajudante de pedreiro foi colocado no lugar dos nomes reais das vias, como a Von Martius, no Jardim Botânico, e na Almirante Salgado, em Laranjeiras. Na placa, Amarildo é descrito como "torturado e assassinado por policiais da UPP da Rocinha".
Do G1 Rio

30 de ago de 2014

Escrivão é investigado por suspeita de agredir PM em São Paulo

Policial militar levou soco no rosto e teve de ser levada a hospital.
Agressão ocorreu após acidente de trânsito no Ipiranga, na Zona Sul.


A Corregedoria Geral da Polícia Civil investiga um escrivão suspeito de dirigir embriagado e de agredir uma policial militar durante uma abordagem. A briga aconteceu após um acidente de trânsito na madrugada de sexta-feira (29) no Ipiranga, Zona Sul de São Paulo.
Segundo as investigações, Fábio Romano, escrivão do 95º Distrito Policial, em Heliópolis, Zona Sul, bateu o carro que dirigia, um Citroën Xsara, em um Corsa na Rua 1822. A dona do veículo atingido acionou a Polícia Militar, que foi até a região do acidente.
Romano e o irmão dele, que também estava no Xsara, fugiram. Após breve perseguição, os policiais militares conseguiram fazer com que o veículo parasse. O policial civil e o irmão, que aparentavam estar embriagados, reagiram à abordagem e agrediram a com um soco a policial militar Marina Nishiyama de Andrade.
Depois da chegada de apoio, a dupla foi detida e algemada. Marina sofreu um corte perto do olho e teve os óculos quebrados por causa da agressão do escrivão. Ela foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Heliópolis, onde foi medicada e liberada em seguida. Romano e o irmão sofreram ferimentos leves devido à luta que travaram com os PMs durante a resistência à prisão e também foram levados ao PS.
A ocorrência foi registrada na Corregedoria da Polícia Civil, que instaurou inquérito policial e procedimento administrativo para apurar o caso. O G1 não localizou a defesa do escrivão para comentar a agressão. A Secretaria de Estadual de Segurança Pública (SSP-SP) também não informou se o policial ficará afastado das funções durante a investigação.
Do G1 São Paulo

Grupo preso com 25 kg de drogas recebia ordens de detento, diz SSP-AM

Sete homens foram presos durante entrega de drogas, nesta sexta (29).
'Merecem pegar tiro', diz SMS enviado por preso à quadrilha, sobre PMs.


Grupo recebia ordens e mandava relatório sobre o tráfico de drogas a detento (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Grupo recebia ordens e mandava relatório sobre o tráfico de drogas a detento (Foto: Jamile Alves/G1 AM)
Mensagens de texto enviadas do traficante Alan Castimário, o 'Nanico', preso no Centro de Detenção Provisória (CDP), denunciam o envolvimento de sete homens, detidos na noite desta sexta-feira (20), no tráfico de drogas em Manaus. O grupo foi preso em flagrante durante uma entrega de 25 kg de entorpecentes na Avenida das Torres, Zona Centro-Sul da capital. Em uma das mensagens, o suposto chefe da quadrilha faz ameaças a policiais do Batalhão de Choque da PM. "Merecem pegar muito tiro", diz o trecho.
Foram presos Alexsander França, de 31 anos; Alexsander William do Rosário, 39; Adriano Paes  Barbosa, 30; Richardison Leandro Rodrigues, de 29; Weber Frazão Façanha Filho, 42; o peruano Romer Vela Shupingahua, 44 e o suposto líder do grupo, Marcelo de Oliveira Melo, de 28 anos. Segundo a SSP, todos do grupo já teriam passagem na polícia por tráfico de drogas.
De acordo com o titular da Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência (Seai), Thomaz Vasconcelos Dias, o grupo atuava em toda a região. Os locais de entrega dos entorpecentes e a cobrança dos "clientes" eram chefiados de dentro da cadeia por Alan Castimário, um dos líderes de uma facção criminosa da capital. "Nas mensagens, o Marcelo só chamava o Alan de 'senhor'. Com as orientações do preso, ele fazia a entrega e a outra parte do grupo realizava distribuição das drogas pela cidade", contou.
Comunicação com 'Nanico' era feito por SMS, diz SSP (Foto: Jamile Alves/G1 AM)Comunicação com 'Nanico' era feito por SMS, diz SSP (Foto: Jamile Alves/G1 AM)
Conforme o delegado, Alan repassava orientações diariamente a Marcelo que, por sua vez, mandava ao detento uma espécie de relatório contento informações sobre quantias em dinheiro, quantidade de drogas e supostos devedores. "A ação ocorria de forma tão escancarada que a senha do celular do Marcelo era o nome da facção e o número 33, fazendo alusão ao artigo antidrogas", acrescentou o delegado.
Pistolas e munições de uso restrito foram encontradas com suspeitos  (Foto: Divulgação/SSP-AM)Pistolas e munições de uso restrito foram
apreendidos (Foto: Divulgação/SSP-AM)
Ao todo, 25kg de pasta base de cocaína foram apreendidos com os suspeitos. Com eles foram encontrados ainda o valor de R$ 76 mil em espécie, duas pistolas de uso restrito da polícia e munições de uso exclusivo das forças armadas. Ainda conforme Vasconcelos, o peruano preso com a quadrilha é apontado como o "mula" do grupo. Ele é suspeito de realizar o transporte da droga da fronteira entre o Peru e o município de Tabatinga - a 1.607 km de Manaus - pelo Alto Solimões.
Após a prisão, os homens foram conduzidos à sede da SSP-AM, onde prestaram depoimento à polícia. Do local, o grupo deve seguir para a Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro de Manaus, onde os presos devem permanecer a disposição da Justiça. Os celulares de todos os suspeitos foram encaminhados à perícia da Polícia Civil do Amazonas.
Líder de facção
Apesar de estar preso, diversas investigações já apontaram que 'Nanico' segue controlando o tráfico de drogas na capital. Em fevereiro, outros suspeitos foram presos com 242kg de drogas pertencentes ao líder da facção, segundo a SSP.
Alan Castimário foi preso pela primeira vez em 2011 por tráfico de drogas. Ele estava detido no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), mas foi encaminhado para o Rio Grande do Norte após suspeitas de ter liderado uma fuga em massa de 176 presos. 'Nanico' ficou cinco meses no Presídio Federal de Mossoró, e retornou ao Amazonas. Após o retorno do preso, foi revelado que o detento teve uma festa de aniversário de maneira ilegal no CDP, que resultou na exoneração de seis servidores.
    Entorpecentes seriam entregues para grupo responsável pela distribuição da droga  (Foto: Jamile Alves/G1 AM)
    Entorpecentes seriam entregues para grupo responsável pela distribuição da droga (Foto: Divulgação/SSP)
  •  Do G1 AM

Aplicativo de celular ajuda polícia a resgatar vítima de sequestro em GO

Homem rendeu fisioterapeuta nas proximidades de faculdade, em Goiânia.
Com comparsa, ele rodou em carro da vítima para saques, mas foram presos.


Policiais da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) prenderam um homem e uma mulher suspeitos de sequestrar uma fisioterapeuta, em Goiânia, na sexta-feira (29). Segundo a Polícia Militar, a vítima foi localizada por meio de um aplicativo de celular que mostrou a posição exata de onde ela estava.
A fisioterapeuta, que preferiu não se identificar, relata que foi abordada por um homem, que se apresentou como flanelinha no momento em que ela chegava à universidade onde tem aulas de pós-graduação. “Quando ele observou que eu estava sozinha, já deu voz de assalto, mandou eu entrar dentro do carro e iniciou uma ronda através de banco para poder sacar o dinheiro que eu tinha no banco, porque eu não tinha dinheiro em espécie no momento”, disse.
Segundo a vítima, a mulher comparsa do homem entrou no carro logo em depois da voz de assalto e a ficou ameaçando. “Eles [sequestradores] ficaram me xingando em vários momentos, falando que iam atirar na minha cara, que não era para olhar na cara deles”, disse.
De acordo com a polícia, os criminosos percorreram cerca de 20 km, passando por diversos bancos e shoppings para realizar os saques. Um amigo da vítima, que viu o momento em que ela foi abordada, havia acionado a polícia e os agentes usaram um aplicativo de celular, que mostra a exata localização do aparelho, para seguir os criminosos.
Ao encontrar o carro da fisioterapeuta, os agentes conseguiram fazer a prisão em flagrante dos dois suspeitos. Com eles foram encontrados uma arma, munições e um cachimbo de crack.
Com a dupla, polícia apreendeu uma arma e munições, em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Com a dupla, polícia apreendeu uma arma e munições (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Do G1 GO

29 de ago de 2014

Sobrevivente de execução no Sumaré diz que ouviu seis tiros dados por PMs

O adolescente que sobreviveu a dois tiros, no Morro do Sumaré, Zona Norte do Rio, prestou depoimento em audiência de instrução e julgamento, na 3ª Vara Criminal da capital. Os réus do processo, os policiais militares Vinícius Lima Ferreira e Fábio Magalhães Ferreira, são acusados de tentativa de homicídio contra o jovem, além do crime de homicídio pela morte de Matheus de Souza, de 14 anos, e ocultação de cadáver.
Durante a audiência, a vítima contou que estava na Avenida Presidente Vargas, por volta das 10h do dia 11 de junho, quando foi abordada pelos policiais. O menor afirma que foi algemado e colocado na viatura, onde já estava Matheus de Souza. Os PMs também teriam apreendido um terceiro rapaz que passava pelo local. Segundo a vítima, os PMs seguiram para um lugar deserto e com denso matagal.
Recontituição DH
Recontituição DH Foto: Luiz Ackermann / Agência O Globo
O menor foi baleado duas vezes - no joelho e nas costas - e diz ter se fingido de morto. Em seguida, ele disse ter ouvido seis tiros que teriam sido disparados em direção à Matheus Souza. O juiz Murilo Kieling marcou a continuação da audiência para às 13h do dia 17 de setembro.

Fonte: Extra

Tribunal Militar dá liberdade a PMs suspeitos de matar pichadores

Quatro policiais estão presos desde 6 de agosto no Romão Gomes.
PMs alegam que pichadores estavam armados.


Interrogatório dos PMs presos suspeitos de executarem pichadores em um prédio em São Paulo (Foto: Reprodução)Interrogatório dos PMs presos suspeitos de
executarem pichadores em um prédio
na Mooca. (Foto: Reprodução)
O Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo decidiu nesta quinta-feira (2) expedir alvarás de soltura para os policiais militares André de Figueiredo Pereira, Danilo Keity Matsuoka, Amilcezar Silva e Adilson Perez Segalla, investigados pela morte de dois pichadores em um prédio na Mooca, na Zona Leste de São Paulo, em 31 de julho.

Os PMs foram detidos administrativamente em 6 de agosto, foram presos temporariamente no dia seguinte por determinação da Justiça Militar. Eles se encontravam no Presídio Romão Gomes, na Zona Norte da capital. Segundo a PM, eles devem ser notificados e imediatamente liberados para voltar ao batalhão de origem, onde prestarão serviços administrativos.

Os quatro policiais militares declararam durante interrogatório ter atirado oito vezes contra a dupla para se defender e revidar os disparos que alegaram ter recebido.
Segundo a versão dos PMs, Alex Dalla Vecchia Costa, de 32 anos, e Ailton dos Santos, de 33 anos, estavam armados e teriam dado ao menos três tiros antes de serem mortos. Um policial ainda disse ter sido ferido no braço durante o tiroteio.
Nos documentos, os policiais relataram ter tido informações de que Alex e Ailton, na verdade, eram, inicialmente, “indivíduos” não identificados que haviam “adentrado” o Edifício Windsor, na Avenida Paes de Barros, na Mooca, no final do mês passado, para roubar.

Para as famílias das vítimas, no entanto, os dois homens mortos eram pichadores e não criminosos armados. Segundo os parentes, eles haviam invadido o condomínio residencial para pichar. Apesar disso, não foram apreendidas latas de spray de tinta nas suas mochilas.
Além do mais, nas oito folhas de interrogatórios, os policiais não mencionam em qualquer momento a palavra “pichar”, ou outras, como, “pichação” ou “pichadores”. Os mortos são tratados como “infratores” pelos agentes, que registraram o caso na Polícia Civil como “morte decorrente de intervenção policial”.

Posteriormente, as investigações foram assumidas pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e Corregedoria da PM, que pediu a prisão deles por entender que houve "conduta irregular" na ação que resultou na morte dos pichadores. Foram analisadas câmeras de segurança que mostram Alex e Ailton entrarem no prédio, no hall e no elevador. As imagens também gravaram a chegada dos policiais. Não há registro de cenas do tiroteio.

Ainda em seus depoimentos à corporação, os PMs contaram que fizeram “varredura” até o 18º andar. Viram a porta de um apartamento entreaberta e entraram em busca dos “indivíduos”. Lá, se dividiram: o tenente Danilo e o cabo Adilson foram para os “fundos” do imóvel, onde Ailton estaria armado com uma pistola 380. Enquanto o sargento Amilcezar e o cabo André se dirigiram à cozinha, para onde teria ido Alex com um revólver calibre 38.

Sem precisarem horários, os policiais disseram ter ficado a distâncias que variam entre 2 metros a 4 metros dos suspeitos. Relataram que ao se aproximarem, foram recebidos a tiros por Aílton e Alex, que fez três disparos. Os PMs revidaram atirando oito vezes.
Em outro trecho do interrogatório, um policial afirma que os PMs só atiraram para revidar os disparos feitos pelos dois suspeitos (Foto: Reprodução)Em outro trecho do interrogatório, um policial afirma que os PMs só atiraram para revidar. (Foto: Reprodução)
Os agentes usaram pistolas .40. As armas deles e as atribuídas às vítimas foram apreendidas para análises de balística no Instituto de Criminalística da Superintendência da Polícia Técnico-Científica. Também não há informações sobre quantos tiros atingiram os pichadores. A maior parte dos ferimentos foi no tórax.

Danilo disse que disparou duas vezes e Adilson contou ter dado um tiro. “O infrator efetuou disparos em direção ao interrogado, que diante das agressões o interrogado e o cabo PM Segala revidaram efetuando disparos em direção ao infrator, que foi atingido e caiu no solo”, disse o tenente no seu interrogatório. “Foi solicitado resgate no local, onde foi constatado o óbito de ambos os indivíduos”.

Amilcezar afirmou ter gritado “polícia” antes de revidar três vezes os tiros que recebeu. “Visualizou um indivíduo com uma arma na mãos e na sequência efetuou disparos em sua direção”, informa o relato do sargento, que ficou ferido ao ser baleado, segundo ele, por um dos agressores. “Na tentativa de se proteger deu um passo para trás por ter sentido um tranco no braço; foi quando o interrogado percebeu que foi atingido por um disparo de arma de fogo em seu braço esquerdo”.
Pichadores (Foto: Reprodução/ Divulgação)Pichadores mortos fazem foto 'selfie' em elevador
de prédio de SP(Foto: Reprodução/ Divulgação)
Um laudo irá confirmar se a bala que atingiu Amilcezar partiu da arma atribuída aos suspeitos ou foi disparada pelos próprios PMs. Em seu interrogatório, André falou que fez dois disparos. 

Nos quatro relatos que os policiais deram, eles foram unânimes ao responder a pergunta feita pela PM se “havia como ter evitado o confronto”. “Não, pois deparou com o infrator com a arma nas mãos e disparando-a contra a guarnição”, declararam todos os agentes investigados.

Os PMs detidos também estariam respondendo a outros processos por conta de ações que resultaram em mortes. A equipe de reportagem não conseguiu localizar os parentes das vítimas para comentar o assunto.
Do G1 São Paulo

Traficante oferece R$ 200 mil a PM ao ser preso na Providência, Rio

Aldinei Marcos da Costa Júnior, o Audi, era um dos chefes do tráfico. 
Criminoso é suspeito de ordenar ataques à UPP na região.


Foi preso nesta quarta-feira (27) um dos chefes do tráfico do Morro da Providência, Centro da cidade. Como mostrou o Bom Dia Rio nesta quinta-feira (28), Aldinei Marcos da Costa Júnior, conhecido como Audi, ainda tentou subornar os PMs, oferecendo R$ 200 mil para ser liberado no caminho da delegacia. Segundo a polícia, o homem é suspeito de ordenar ataques a base da UPP da região.
A prisão foi feita em um dos acessos da comunidade, durante um patrulhamento de rotina. De acordo com os agentes, Aldinei foi parado em uma blitz por agentes da UPP e entregou uma habilitação falsa, mas foi reconhecido. O Disque Denúncia oferecia uma recompensa de R$ 1 mil por informações sobre o criminoso, que chegou a ser preso duas vezes, em 2006 e 2008.
Ainda segundo as investigações, Audi era responsável por comprar e distribuir armas para os criminosos do Morro da Providência. Após a prisão, a segurança foi reforçada na comunidade com apoio de PMs de outras UPPs próximas. Nenhuma troca de tiros foi registrada durante a noite.
Do G1 Rio
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