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DO SOLDADO AO CORONEL, UNIDOS PELA PMESP!

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ALERTA GERAL - CONVOCAÇÃO - UU

ATENÇÃO

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2 de set de 2014

Lança-perfume 'turbinado' é vendido em bailes funk de rua em São Paulo

Droga, que pode até matar, é nova moda nos chamados pancadões.
Os traficantes colocam até soda cáustica no lança-perfume.


 O Jornal Hoje exibe uma série de reportagens que denuncia a venda de lança-perfume 'turbinado' e mais perigoso para crianças e jovens. A droga, que pode matar, é mais nova onda nos bailes funk que acontecem em algumas regiões de São Paulo, os chamados pancadões.
Os traficantes colocam até soda cáustica no lança-perfume. A droga é consumida à vontade no meio da rua. Durante dois meses, a Câmera JH visitou os pancadões da capital paulista. Assista a reportagem completa no vídeo acima.

 A segunda reportagem da série especial mostra como os traficantes turbinam o lança-perfume. Sem fiscalização, os jovens usam a droga à vontade nos bailes funk, em São Paulo. A droga é uma mistura de essência com cloreto de etila, uma substância química encontrada em solventes. A venda do composto é controlada no Brasil e apenas a indústria química pode comprar.
Para turbinar o lança-perfume, os traficantes incluem o éter e o clorofórmio, que são usados em anestésicos e tintas e pesticidas; a benzina, que é extraída do petróleo; o tolueno, presente em materiais de construção e o fenol, que é usado na fabricação de corantes e resinas.
No começo do ano, uma adolescente morreu depois de usar lança-perfume a noite toda.
Jornal Hoje São Paulo,

'Detentos não entraram em contato', diz Coape sobre greve de fome no RN

Coordenadora do sistema penitenciário não recebeu nenhuma reivindicação.
São 2.500 presos protestando em 8 presídios; motivo ainda é mistério.


Dinorá Simas, diretora da Penitenciária Estadual de Alcaçuz/RN (Foto: Ricardo Araújo/G1)Coordenadora do sistema penitenciário, Dinorá não
recebeu reivindicações(Foto: Ricardo Araújo/G1)
A Coordenadoria de Administração Penitenciária (Coape) não recebeu nenhuma reivindicação dos presos que estão em greve de fome desde a manhã desta segunda-feira (1) em pelo menos oito unidades prisionais do Rio Grande do Norte. A coordenadora do sistema penitenciário, Dinorá Simas, conta não ter recebido nada formalmente. "Por enquanto estamos sabendo de suposições, mas não podemos falar nada. Estamos apurando o motivo da greve de fome", diz.

Dinorá acrescenta que os presos não aceitaram nenhuma das refeições nesta terça-feira (2). A coordenadora esteve reunida com diretores de presídios do estado e ficou definido que o procedimento será o mesmo adotado na segunda. "O dia foi tranquilo e não houve tumulto. Estamos esperando o contato deles", conta.

Segundo levantamento feito pelo G1, com base nos dados repassados pela própria Coape e diretores dos presídios - os presos não querem comer na Penitenciária de Alcaçuz - que fica em Nísia Floresta; no Presídio Rogério Coutinho Madruga, conhecido como Pavilhão 5 de Alcaçuz; na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP); na Cadeia Pública de Natal; na Penitenciária Estadual do Seridó, em Caicó; no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ceará-Mirim. Juntas, as unidades possuem cerca de 2.500 apenados.
Situação
Durante o primeiro dia de greve de fome, na Penitenciária de Alcaçuz, maior unidade prisional do estado, dos quatro pavilhões onde estão encarcerados 900 detentos, três aderiram à greve, totalizando 550 presos sem se alimentar. Os presos costumam fazer quatro refeições por dia em Alcaçuz. É servido pão e café pela manhã e à noite, enquanto as quentinhas são distribuídas no almoço e jantar. "Para não perder tudo, redistribuímos a comida com os 350 presos que estavam comendo normalmente", explicou o diretor da unidade, Ivo Freire, que pretende visitar os pavilhões nesta terça para apurar o motivo da greve de fome. Nesta terça, os detentos de um dos pavilhões em greve de fome voltaram a se alimentar.

Enquanto isso, na Penitenciária Rogério Coutinho Madruga, conhecida como Pavilhão 5 de Alcaçuz, 350 dos 400 presos se mobilizaram na segunda. Com isso, cerca de 700 quentinhas servidas no almoço e jantar desta segunda estragaram. O diretor da unidade, Osvaldo Rossato, não recebeu reivindicações. "Não temos notícia do que seja", afirma.
Penitenciária Estadual de Alcaçuz (Foto: Ricardo Araújo/G1)Penitenciária Estadual de Alcaçuz
(Foto: Ricardo Araújo/G1)
O diretor da Penitenciária Estadual de Parnamirim, Durval Oliveira Franco, informou que também não houve registro de tumulto entre os 497 presos da unidade. "Os dois pavilhões evitaram as refeições o dia todo. O movimento foi silencioso. As quentinhas se perderam todas", relata.
Na Cadeia Pública de Natal, a solução encontrada pelo diretor Eider Pereira de Brito foi doar as refeições para bairros periféricos da cidade. "Os 400 detentos dos dois pavilhões aderiram. Já doamos as sobras para comunidades carentes", disse.

De acordo com o vice-diretor da Penitenciária do Seridó, Ednaldo Cândido Dantas, a maior parte da comida estragou. "A carne deu para colocar no freezer e evitar o desperdício", conta. Na unidade, 310 dos 470 apenados não aceitaram as refeições. Participam da greve de fome os detentos dos dois maiores pavilhões da penitenciária, que possui um total de cinco pavilhões.
Já no CDP de Ceará-Mirim, segundo Dinorá Simas, 50 presos estão sem comer.
Do G1 RN

Justiça avalia caso de menino de 9 anos jurado de morte por traficantes

Conselho Tutelar pediu a suspensão do poder familiar da mãe da criança.
Garoto tem registro de 20 passagens por furto, roubo e tráfico, em Goiânia.


O Conselho Tutelar requisitou à Justiça de Goiás, na segunda-feira (1º), a suspensão do poder familiar da mãe de um menino de 9 anos que, segundo conselheiros, é jurado de morte por traficantes em Goiânia. Apesar da pouca idade, a criança já tem registro de 20 passagens por crimes como furto, roubo e tráfico de drogas. O caso dele é acompanhado desde 2008 pelo Conselho Tutelar da capital e agora será avaliado também pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário.
Segundo a juíza Mônica Neves Soares Gioia, do Juizado de Infância e Juventude, o pedido do Conselho ainda será avaliado. “A gente vai analisar, visitar a casa, o Ministério Público vai falar nos autos. Porque é uma medida muito drástica, tudo tem que ser pensado e as providências tomadas no momento adequado”.
No sábado (30), o garoto foi internado, pela quarta vez, em um abrigo onde deveria permanecer na companhia da mãe, por ordem da Justiça. Entretanto, ambos ficaram apenas três horas no local e fugiram.
De acordo com o Conselho Tutelar, desde os três anos a criança tem um histórico de indisciplina, evasão escolar, furto e envolvimento com drogas. Os conselheiros suspeitam que a mãe também esteja envolvida com entorpecentes.
De acordo com a juíza, providências estão sendo tomadas para proteger o menino. Porém, ela não informa quais são as medidas adotadas. “Eu não posso noticiar porque eu colocaria em risco a própria integridade física dele”,  explica.
Menino de 9 anos é jurado por traficantes e tem 20 passagens na polícia, em Goiânia, Goiás (Foto: Cristina Cabral/O Popular)
Menino de 9 anos é jurado por traficantes e tem 20 passagens na polícia (Foto: Cristina Cabral/O Popular)
Do G1 GO

22 de ago de 2014

Alckmin é internado no Incor

Governador de São Paulo foi diagnosticado com infecção intestinal.
Ele cumpriu agenda nesta manhã na capital paulista.


Geraldo Alckmin defende redução de vazão de rio para MG e RJ/GNews (Foto: Reprodução GloboNews)Geraldo Alckmin foi levado ao Incor.
(Foto: Reprodução GloboNews)
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin(PSDB), foi internado na tarde desta sexta-feira (22) no Incor, na capital paulista. O governador foi diagnosticado com infecção intestinal, segundo sua assessoria.

Alckmin cumpriu agenda nesta manhã na capital paulista, mas se sentiu mal no começo da tarde e foi levado ao hospital.

De acordo com assessores, ele está bem e a expectativa é que a internação seja breve. Entretanto, os compromissos previstos para esta tarde foram cancelados.

Mais cedo, Alckmin assinou a Parceria Público-Privada (PPP) da Linha 18-Bronze do Metrô, que liga os municípios de São Paulo, São Caetano, Santo André e São Bernardo do Campo. Após o evento, Alckmin falou sobre suas propostas para a área de transportes metropolitanos.
Do G1 São Paulo

20 de ago de 2014

Anvisa suspende lote de paracetamol e de outros 3 remédios de laboratório

Consumidor encontrou parafuso no lugar de comprimido de paracetamol.
Medicamentos são do Laboratório Teuto Brasileiro S.A.


Quatro medicamentos produzidos pelo Laboratório Teuto Brasileiro S.A. tiveram lotes suspensos por determinação da Anvisa, entre eles o Paracetamol 500 mg, indicado para febre e alívio de dores. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (20).

O lote 1998101 do Paracetamol 500 mg, com validade em 11/2015, foi suspenso depois que um consumidor contatou o Procon para denunciar  que havia um parafuso no lugar de um dos comprimidos, em uma das cartelas do medicamento.
Após notificação do Procon, o laboratório já iniciou o recolhimento voluntário do lote, que foi distribuído em Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia.
O medicamento Cetoconazol 200 mg, indicado para tratamentos de infecções por fungos ou leveduras, teve suspenso o lote 1048105, com validade em 6/2015.  O motivo da suspensão foi uma queixa de um consumidor feita ao SAC do laboratório. Ele afirmou que encontrou um outro medicamento, o Atenolol 100 mg, na cartela do Cetoconazol. O lote foi distribuído em Goiás, Amazonas, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo.
O medicamento Nistatina 25.000 UI/g 60g, um creme vaginal indicado para tratamento de candidíase, teve o lote 8910019, com validade em 2/2016, suspenso. A suspensão também foi motivada pela queixa de um consumidor, que afirmou ter encontrado outro produto na embalagem, o neomicina+bacitracina. O lote foi distribuído no Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais e São Paulo.
O medicamento atorvastatina cálcica, indicado para tratamento de colesterol elevado, teve o lote 6909006, com validade em 10/2015, suspenso. Também neste caso, a suspensão foi motivada pela queixa de um consumidor no SAC do laboratório. O consumidor encontrou um produto de concentração 10 mg dentro da embalagem do produto de concentração 20 mg.
O Laboratório Teuto afirmou, em nota, que o recolhimento dos produtos foram iniciados voluntariamente pela companhia e que está em andamento. O laboratório informou ainda que "todas as medidas cabíveis perante as agências reguladoras já foram tomadas".
Medicamento para leucemia
A Anvisa também divulgou nesta quarta-feira a suspensão de 13 lotes medicamento Tabine, do laboratório Meizler UCB Biopharma. O medicamento é indicado para tratamento de leucemias agudas não linfocíticas.
O suspensão ocorreu porque análises laboratoriais encontraram resultados fora da especificação quanto ao teor do princípio ativo do medicamento. De acordo com o laboratório, foi a própria empresa que entrou em contato com a Anvisa para informar sobre o recolhimento dos lotes. Os números dos lotes suspensos podem ser verificados no site da Anvisa.
Do G1, em São Paulo

18 de ago de 2014

SP quer alugar scanners para acabar com revista íntima em presídio

Segundo governador, mudança nas unidades prisionais será gradual.
Lei tem até seis meses para ser regulamentada pelo governo.


Scanner vai evitar revista íntima (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)Scanner vai evitar revista íntima
(Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse na tarde desta segunda-feira (18) que pretende alugar Scanners para as unidades prisionais do estado. O equipamento irá substituir as revistas íntimas, conforme prevê a lei sancionada na semana passada.
“Nós estamos estudando ou alugar ou comprar. O aluguel é mais rápido. Nós não vamos alugar para todos nem comprar para todos, que são muitas unidades prisionais. Nós vamos iniciar pelas mais necessárias”, afirmou o governador após visitar o Centro de Operações do Corpo de Bombeiros São Paulo, na Praça da Sé, no Centro da capital.
De acordo com Alckmin, a mudança na revista será gradual. “Enquanto a gente não tiver os Scanners tem que manter [a revista], por isso o prazo de seis meses que a própria lei estabeleceu.”
Atualmente, o estado possui 160 unidades prisionais, como os Centros de Detenção provisórios (CDPs). O valor estimado para compra de cada equipamento é em torno de R$ 150 mil. O valor do aluguel, porém, não foi informado.
A lei que proíbe as revistas íntimas nas unidades prisionais foi promulgada na última quarta-feira (13). Com isso, fica proibido obrigar o visitante a se despir, fazer agachamentos, dar saltos ou se submeter a exames clínicos invasivos. A regulamentação deve acontecer em um prazo de 180 dias após a publicação no Diário Oficial.
A lei prevê que os visitantes passem por detectores de metais, Scanners corporais, aparelhos de raio-X ou outros equipamentos que possam detectar alguma irregularidade sem ameaçar a integridade física, psicológica ou moral do revistado. 
Caso a suspeita dos agentes penitenciários persista, o visitante deve ser submetido a uma nova verificação com um aparelho diferente do utilizado na primeira revista. Se a suspeita persistir, ele poderá ser impedido de entrar na unidade prisional.
Se a pessoa insistir, ela será encaminhada a um ambulatório, onde um médico realizará os procedimentos adequados para averiguar a suspeita. Caso sejam encontrados drogas ou objetos proibidos, o visitante será levado para uma delegacia para serem tomadas as providências cabíveis.
Do G1 São Paulo

16 de ago de 2014

Jovem é baleado após divulgação de foto íntima de estudante na internet

Família de vítima nega que ele tenha divulgado foto.
Henrique Lima Dias, 17 anos, está internado no Huerb e espera por cirurgia.


Henrique com a irmã  (Foto: Laiana Lima Dias / Arquivo Pessoal)Henrique Lima Dias, baleado na quinta, com a irmã
Laiana. (Foto: Laiana Lima Dias / Arquivo Pessoal)
O jovem Henrique Lima Dias, de 17 anos, deu entrada no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco |(Huerb) na quarta-feira (14), após ser baleado no tórax durante uma briga entre estudantes. O motivo da confusão, que ocorreu na rua Rio de Janeiro, em Rio Branco,  seria uma foto íntima de um dos estudantes, que foi divulgada nas redes sociais por um amigo do jovem baleado, segundo a família da vítima.
A irmã de Henrique, Laiana Lima Dias, é professora na escola João Calvino, onde todos os estudantes envolvidos frequentam as aulas. Ela explica que após a foto ter sido divulgada na internet por um dos amigos do irmão, o rapaz que aparece na fotografia decidiu enfrentar o responsável.
"Inicialmente eles só discutiram, nada demais. Meu irmão e os colegas foram então pegar o ônibus para casa. O rapaz apareceu com um primo dele, que foi quem efetuou os disparos. Eles começaram a brigar, o cara sacou a arma e todo mundo saiu correndo. Meu irmão caiu, foi aí que o rapaz atirou nele", conta.
Henrique está em estado grave, porém estável. Segundo Laiana, o tiro perfurou dois pulmões e os médicos estão fazendo exames no coração para saber se o rapaz pode realizar uma cirurgia. "Como perfurou os dois pulmões, tiveram que fazer drenagem, porque tinha muito sangue. Transferiram ele para a UTI para aguardar a operação. Ele está no pré-operatório. Eles dizem que é um milagre ele está vivo, mas o Henrique está reagindo bem. A pressão dele voltou ao normal, a temperatura do corpo também está normal. Ele está se recuperando bem.", disse.
Segundo ela, tanto o rapaz que teve a foto íntima divulgada nas redes sociais, como o rapaz que efetuou o disparo, estão foragidos.

De acordo com a delegada Elenice Srez, do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria), um suspeito de envolvimento no caso, de 19 anos, foi preso em flagrante e já teve pedido de prisão preventiva decretado pela Justiça. A delegada diz ainda que a polícia já tem pistas do paradeiro do autor dos disparos.
Do G1 AC

13 de ago de 2014

Alckmin sanciona lei que proíbe revista íntima nos presídios de SP

Escâneres e detectores devem ser usados como alternativa, diz texto.
Visitante não terá que se despir ou passar por exames clínicos invasivos.


O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) promulgou a lei que proíbe as revistas íntimas nas unidades prisionais. Com isso, fica proibido obrigar o visitante a se despir, fazer agachamentos, dar saltos ou se submeter a exames clínicos invasivos. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (13) e a regulamentação deve acontecer em um prazo de 180 dias.
A lei prevê que os visitantes passem por detectores de metais, “scanners” corporais, aparelhos de raio X ou outros equipamentos que possam detectar alguma irregularidade sem ameaçar a integridade física, psicológica ou moral do revistado.   
Caso a suspeita dos agentes penitenciários persista, o visitante deve ser submetido a uma nova verificação com um aparelho diferente do utilizado na primeira revista. Se a suspeita persistir, ele poderá ser impedido de entrar na unidade prisional.
Se a pessoa insistir, ela será encaminhada a um ambulatório onde um médico realizará os procedimentos adequados para averiguar a suspeita.
Se encontrados entorpecentes ou objetos proibidos,  o visitante será levado para uma delegacia para serem tomadas as providências cabíveis.
Do G1 São Paulo

11 de ago de 2014

Soldado morto em Fortaleza ao ser confundido com bandido é sepultado

Policial foi confundido com bandido em meio a tiroteio, afirma delegado.
Policiais apreenderam um adolescente que diz ser o autor do disparo.


Foi sepultado nesta segunda-feirao o soldado do Exército Felipe da Silva Cruz, de 20 anos, morto com um tiro neste domingo (10) ao ser confundido com um bandido, segundo o o delegado plantonista da Divisão de Homícidios e Proteção à Pessoa (DHPP), Cleófilo Rodrigues. Felipe da Silva foi atingido com um tiro no peito. Um adolescente de 17 anos foi apreendido e confessou ser o autor do disparo.
Segundo a polícia, Felipe seguia de moto pela BR-116 quando foi surpreendido por um tiroteio entre gangues rivais. O adolescente estava dentro de um carro que trafegava na rodovia e disparou contra o soldado que seguia atrás. A vítima chegou a ser socorrida para um hospital particular de Fortaleza, mas não resistiu.
Depois do crime, a polícia fez buscas na região do tiroteio e prendeu mais dois homens, um de 23 anos e outro de 22 anos, suspeitos de tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Com eles, foram encontradas armas, maconha, balanças de precisão e dinheiro trocado. O adolescente que confessou ter atirado contra o soldado foi encaminhado para Delegacia da Criança e do Adolescente, no bairro São Gerardo.
Do G1 CE

9 de ago de 2014

Recurso de ex-governadores do AP à condenação é negado pela justiça

Embargos de declaração foram impetrados por Waldez Góes e Pedro Paulo.
Segundo o Ministério Público, eles teriam desviado mais de R$ 68 milhões.


O ex-governador do Amapá Waldez Góes (PDT) e seu sucessor no cargo, Pedro Paulo Dias (PP), presos em operação da PF (Foto: Rede Globo/Reprodução)Ex-governadores do Amapá Waldez Góes (PDT)
e seu sucessor no cargo, Pedro Paulo Dias (PP)
(Foto: Rede Globo/Reprodução)
A 6º Vara Cível e de Fazenda Pública de Macapá rejeitou os embargos de declaração impetrados pelos ex-governadores Waldez Góes (PDT) e Pedro Paulo Dias (PP), condenados por improbidade administrativa, em junho de 2014.  Eles teriam desviado mais de R$ 68 milhões referentes a empréstimos consignados de servidores públicos, conforme denúncia do Ministério Público (MP) do Amapá. A decisão foi assinada pelo juiz Paulo Cesar do Vale, na quinta-feira (7).
O magistrado diz que não houve prova concreta de que tanto Waldez quanto Pedro Paulo tivessem dado ordens para que o dinheiro dos consignados fosse utilizado de forma ilícita. Ele destaca a não comprovação de que o recurso tenha sido apropriado pelos ex-governadores.
O juiz, porém, afirma que ficou comprovado que os condenados foram "péssimos gestores" pelo fato de "não terem tomado qualquer medida para combater algo que era notório, provocando, com suas omissões, sérios prejuízos para a imagem do estado do Amapá".
Waldez Góes e Pedro Paulo foram condenados a restituir os danos causados aos cofres públicos, além de multa equivalente a 100% do valor do prejuízo.
G1 não conseguiu entrar em contato com Pedro Paulo Dias. Em nota, a assessoria de comunicação de Waldez Góes disse que processo não foi transitado e julgado e que "a defesa entrará com os recursos cabíveis, para que a verdade dos fatos seja finalmente restabelecida e a inocência de Waldez Góes seja plenamente reconhecida".

Entenda o caso

De acordo com a denúncia, o Ministério Público Estadual constatou que os valores dos empréstimos descontados nos contra-cheques dos servidores públicos entre 2009 e 2010 não foram repassados pelo governo do Amapá aos bancos BMG, Pine, Industrial e HSBC. O dinheiro soma R$ 68.210.076,90. Com isso, muitos servidores foram cobrados pelos bancos, indevidamente.
A defesa dos ex-governadores diz que o fato aconteceu por ocasião da redução do Fundo de Participação dos Estados (FPE), recurso destinado anualmente ao Amapá. Além disso o advogado de Pedro Paulo Dias afirmou que os ex-gestores não ordenaram a suspensão do repasse desse valor aos bancos, atribuindo essa responsabilidade às secretarias de Planejamento (Seplan) e de Administração (Sead).
Do G1 AP

Juiz ordena exclusão de post que liga Cachoeira a Marconi em rede social

Imagem foi publicada em perfil de assessora e do 'Movimento Fora Marconi'.
Para Justiça, conteúdo faz 'associação indevida' entre bicheiro e candidato.


Página do Facebook publicava conteúdos considerados ofencivos a Marconi Perillo em Goiás (Foto: Reprodução/Facebook)Página do Facebook deve exluir exibição do post
(Foto: Reprodução/Facebook)
O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE) determinou, liminarmente, que o Facebook suspenda a exibição da postagem intitulada "A face oculta do poder de Goiás" dos perfis de uma assessora política e do 'Movimento Fora Marconi'. A publicação relaciona o candidato à reeleição ao governo Marconi Perillo (PSDB) ao contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira.
Após serem notificados, o Facebook e os administradores das páginas têm dois dias para suspender a exibição do conteúdo. Caso as medidas sejam descumpridas, está prevista multa de R$ 5 mil por dia de exibição em cada página. A decisão cabe recurso.
Em nota, o Facebook informou ao G1 que "não comenta casos específicos, mas esclarece que está preparado para analisar todas as demandas da Justiça Eleitoral".
A administradora da página “Movimento Fora Marconi” e a assessora política não se pronunciaram sobre as decisões até a publicação desta reportagem.
As decisões foram tomadas na última quinta-feira (7) pelo juiz Rodrigo de Silveira. De acordo com as ações, a publicação se trata de uma imagem em que Cachoeira coloca (ou tira) uma máscara do rosto de Perillo. Para os advogados do político, a publicação induz que Cachoeira "governa por trás do candidato" e teria envolvimento com a máfia dos caça-níqueis, chefiada por Cachoeira.
Conforme o texto da ação proposta por Marconi, as declarações são "sabidamente inverídicas, transcrevendo injúrias, calúnias e difamações contra o representante [ Marconi], o que configuraria ataque à honra, à moral e à pessoa do mesmo".  O documento destaca, ainda, a "consequente possibilidade de contaminação da legitimidade das eleições estaduais".
Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa do Marconi Perillo não foi localizada para comentar o conteúdo das postagens.
O TRE explica que o caso não se constitui como censura, pois o que está sendo coibido na decisão é o excesso e também a calúnia ao ligar, sem provas, o político a um contraventor já condenado em primeira instância.
Do G1 GO

6 de ago de 2014

Casal do RS ganha ajuda, se livra de crack e recupera os 7 filhos de abrigo

Família, que há 4 anos estava destruída pela droga, conseguiu se recuperar.
Com ajuda de vizinha, a dona de casa, o marido e o sogro se reabilitaram.


Em 2010, uma família da Zona Sul de Porto Alegre estava destruída pelo crack.  A dona de casa Andreia Mello Fernandes, o artesão Francisco Vargas Fernandes e o pai de Francisco, o construtor Acir Trindade Fernandes, moravam em uma casa abandonada no bairro Hípica e tinham como única companhia o crack. Após tratamento em clínicas de reabilitação, hoje o conseguem reunir os sete filhos, como mostra reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV (veja o vídeo acima).
Na época, as crianças foram afastados do casal e levados pelo Conselho Tutelar a abrigos do estado. Em agosto de 2010, seis meses depois de a história ser contada pela RBS TV, a ajuda veio. O sonho era sair do vício, reestruturar a família e reencontrar os filhos.
As frases do passado hoje têm um outro sentido. "Há quatro anos, quando a RBS fazia a campanha Crack Nem Pensar, eu falei no final da reportagem que para um dependente químico não bastava a gente querer, que querer era pouco. Mas meu conceito mudou: só basta a gente querer", comemorou Andreia.
Andreia em abril de 2010, agosto de 2010 e agosto de 2014 (Foto: Reprodução/RBS TV)Andreia em abril de 2010, agosto de 2010 e agosto de 2014 (Foto: Reprodução/RBS TV)
O primeiro passo veio com a ajuda da arquiteta Vera Pastro, moradora do bairro. Logo depois, o pedido de ajuda começou a ser atendido. Fazendas de recuperação entraram em contato para resgatar a família. Quatro meses depois, já era possível verificar as primeiras mudanças. A esperança estava renovada.
Na sexta-feira (1), o casal, o sogro, os sete filhos e até mesmo um neto, o Miguel, reencontraram amigos e recontaram a história de superação. Em um cenário de união, comemoram o fim da fase difícil.
Relembrando a história, Francisco descobriu que não tinha amigos, já que foram pessoas próxima que lhe apresentaram as drogas. "Não eram meus amigos. Eram jogadores do time do inimigo que jogavam junto comigo", disse.
Já Acir, recuperou o bem mais precioso. "Recuperei a dignidade. Não tinha mais contato com pessoas que não eram doentes como nós. Hoje eu me sinto forte, um homem grande forte, eu converso com pessoas, é muito lindo eu conversar e ser acreditado pelas pessoas, isso me transformou de novo", contou.
Para Vera, que auxiliou a família, o sentimento é de dever cumprido. "Hoje eles têm um lar, as crianças estudando, o aconchego da casa, do avô muito carinhoso, que prepara o jantar. Ele tem um carinho muito especial. Neste momento a gente percebe que o amor é tudo", se emocionou a arquiteta.
Andreia reconhece a ajuda da mulher. "Sempre digo que quem salva uma vida ganha uma estrela no céu. A Vera salvou 10 vidas", agradeceu a dona de casa.
Já Vera reforça a importância de dar atenção a quem precisa. "Mas vale a pena, sempre vale a pena se sensibilizar com quem precisa da gente. Sempre uma mão amiga vai transformar a vida de alguém", completou.
Do G1 RS

Presos são soltos no Ceará porque Sejus não os leva a audiência, diz TJ

Acusados são soltos por excesso de prazo na formação da culpa,
Em uma delas, 17 audiências deixaram de ser realizadas em junho e julho.


Sejus não estaria levando os réus para audiências
no Fórum Clóvis Beviláqua (Foto: Menezes/TJCE)
Juízes das varas criminais de Fortaleza denunciam que presos estão sendo soltos no Ceará por falta de apresentação nas audiências de instrução. Por não comparecer às audiências, os acusados são soltos por excesso de prazo na formação da culpa. A denúncia foi encaminhada ao presidente do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE), desembargador Luiz Gerardo de Pontes Brígido pela juíza Marlúcia de Araújo Bezerra, titular da unidade judiciária, juntamente com a promotora de Justiça Yháscara Lacerda Cabral.  O desembargador disse que buscará entendimento com a Secretaria da Justiça (Sejus) para solucionar o problema.
Na 17ª Vara Criminal, por exemplo, 15 audiências deixaram de ser realizadas nos meses de junho e julho deste ano porque os réus não foram apresentados pelas Casas de Privação Provisória de Liberdade (CPPLs), embora tenham sido previamente solicitados.
A Secretaria da Justiça diz por meio de nota que possui dentro do Fórum Clóvis Beviláqua a Central Integrada de Apoio a Área Criminal (CIAAC), conforme estabelecido em convênio com o Tribunal de Justiça. A central é responsável pelas informações de Justiça acerca da localização de réus e às requisições de presos para audiências. Segundo a Sejus, a Vara Criminal citada pelo TJ não utiliza o serviço, e por isso não houve a presença nas audiências.
“Destacamos que, logo pela manhã, servidores da Secretaria da Vara tentam, sem sucesso, contatar com as referidas unidades prisionais (CPPL I, II, III e IV), para fins de confirmação da apresentação do detento. Os telefones estão sempre ocupados ou, quando chamam, ninguém atende as ligações. Ressaltamos, ainda, que na CPPL VI (Itaitinga) inexiste telefone, o que torna, quase impossível, a comunicação com aquele estabelecimento prisional”, disse a juíza.
Segundo ela,  “várias prisões estão sendo relaxadas, por excesso de prazo na formação da culpa, devido a desídia das unidades prisionais supramencionadas que, injustificadamente, deixam de apresentar os réus a este juízo a fim de participarem das audiências de instrução e julgamento”. Os réus que deveriam ser apresentadas às audiências são acusados de roubo e formação de quadrilha, além de outros crimes.
A Secretaria da Justiça diz também que "grande parte" dos presos no Ceará possui excesso de prazo para formação da culpa (180 dias), "não sendo competência da administração prisional a agilidade na análise destes processos".
Do G1 CE

5 de ago de 2014

'Há risco para o consumidor', diz Mapa sobre leite contaminado no RS

Superintendente avalia que é impossível recolher todos lotes suspeitos.
Inspeções encontraram álcool etílico, mas empresas negam irregularidades.


Desde 2013, MP vem fazendo operações para
coibir adulteração no leite produzido no
Rio Grande do Sul (Foto: Felipe Truda/G1)


Apesar da ordem para recolher todos os lotes de mais de 100 mil litros de leite contaminados por álcool etílico, consumidores correm o risco de encontrar os produtos irregulares à venda no comércio do Rio Grande do Sul. A avaliação é do superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no estado, Francisco Signor. Segundo ele, é tecnicamente impossível rastrear e retirar do mercado a totalidade de produtos considerados impróprios para o consumo.
"Apesar do recolhimento, há risco, sim, para o consumidor. Porque tem como rastrear o atacado e saber quem comprou. Porém, há muitos donos de estabelecimentos pequenos que compram no próprio supermercados para revender. Nesses casos, não há como haver controle", explicou Signor ao G1, ressaltando que o risco seria real apenas em mini-mercados.
O recolhimento cautelar foi determinado pelo Mapa após inspeção de rotina feitas em junho e julho detectar álcool em leite um produto derivado. Não se trata de uma nova edição da Operação Leite Compensado, do Ministério Público (MP). A media atinge lotes de leite UHT integral da marca Piá, fabricados em 26/06/2014 e com data de validade até 26/10/2014 (lotes L02/2 e L2-3) e do lote de requeijão light (200g) fabricado em 30/06/2014 e com data de validade até 30/09/2014 (lote L2).
Em nota, a Piá garantiu que análises internas e externas feita em um laboratório credenciado pelo Mapa do mesmo lote não constataram irregularidades nos produtos. A empresa garantiu, também, já ter tomado providências para recolher os dois produtos do mercado.
De acordo com o Mapa, desde 15 de julho, o posto de refrigeração da Piá em Vila Flores, na serra gaúcha, foi interditado pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) após álcool etílico ser encontrado em amostras de leite cru refrigerado. Em nota, o Mapa ressaltou que "a presença da substância no leite é considerada fraude, pois mascara a adição de água". O posto, porém, retornou às atividades no dia 21 do mesmo mês, após implantar ações corretivas.
Questionado sobre o motivo para o fato só ter sido divulgado nesta segunda-feira (4), apesar da identificação em julho, o superintendente do Mapa argumentou que a superintendência não tem a obrigação de divulgar informações do gênero.

"Para nós, é rotina fazer essa fiscalização. E não está previsto que a gente precise espalhar para fora. Mas as pessoas não fazem ideia da quantidade de leite que é distribuído. Enquanto isso, nos ultimos 10 dez anos, o leite melhorou 80%. Principalmente agora que estamos apertando e fiscalizando. As operações do Ministério Público contribuíram para isso", disse Signor.
'Má-fé', diz Ministério Público
Desde 2013, o MP já desencadeou por seis vezes a Operações Leite Compensado no Rio Grande do Sul, que identificou o uso de formol para fraudar o leite. Na ocasião, as investigações apontaram que transportadores estavam adicionando água e ureia (que contém formol) ao leite cru para aumentar o volume e disfarçar a perda nutricional no caminho entre a propriedade rural e a indústria. O esquema era realizado em postos de resfriamento.
Nesta terça, o MP revelou que além da Piá, a empresa Santa Clara também é investigada após álcool etílico ser detectado em lotes de leite tipo pasteurizado (de saquinho), com validade até junho deste ano.
De acordo com nota oficial divulgada pela Santa Clara, os leites recebidos estão todos em condições de consumo e com processamento adequado. Conforme a cooperativa, o lote avaliado era de um posto de resfriamento de Veranópolis, da mesma região da empresa, e foi testado, não sendo constadadas irregularidades.
A promotoria de Defesa do Consumidor acredita que a presença de álcool etílico encontrada em lotes de leite UHT e requeijão light de uma cooperativa gaúcha pode ser resultado de uma ação de "má fé". Conforme o promotor Alcindo Luz Bastos Silva Filho, o MP está investigando o caso no âmbito criminal também. Segundo ele, a descoberta da substância, ao contrário das Operações do Leite Compensado deflagradas ao longo de 2013 e deste ano, é resultado da falta de controle.
"Estamos avaliando questões de má-fé. Sabemos que, em um primeiro momento, não há geração espontânea de álcool, conhecendo a cadeia do leite. Então, é provável que houve contaminação. Vamos atrás da punição dos responsáveis", afirmou o promotor em entrevista à Rádio Gaúcha na manhã desta terça-feira (5).
Conforme o promotor, a maioria dos produtos já foi retirada do comércio. "Quase tudo foi retirado das prateleiras. Pelas informações que recebemos do Mapa, a fabricação foi 10 de junho e, como estamos em agosto, boa parte desse produto estava no mercado com validade até outubro", pontuou Alcindo. Ele completa que a indústria é a primeira responsável pela fiscalização dos produtos.
Já para o Sindicato das Indústrias de Laticínios o controle é rígido, mas ainda precisa de mudanças nos processos. "Ainda não está identificado o que ocorreu nesse lote. Estamos identificando o caso, aguardando laudo do laboratório oficial. O teste alizarol [para verificar acidez no leite] é uma questão premeditada. Deveria ter a comunicação oficial do laboratório para que esse leite não fosse ao mercado. Deveria ser preventivo. Mas, posso afirmar que efetivamente a indústria gaúcha tem identificado e investido valores pesados em controle", afirmou o secretário-executivo do sindicato Darlan Pagliarini.
Do G1 RS

Lei que proíbe venda de armas de brinquedo em MS é promulgada

Projeto foi aprovado na Assembleia Legislativa.
Lojas que descumprirem a lei serão multadas.


A fabricação e a venda de armas de brinquedo e réplicas de revólveres estão proibidas em Mato Grosso do Sul. A lei foi promulgada na sessão desta terça-feira (5) pelo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Jerson Domingos (PMDB).
De acordo com a  nova lei, a proibição inclui desde brinquedos que disparam  bala, bola, espuma, luz e laser além de qualquer outro brinquedo que emita sons ou disparem substâncias que possam ser confundidas com arma de fogo. Ficaram de fora, apenas, as armas de pressão, ar comprimido, airsoft e paintball.
A multa para quem descumprir a lei varia de 5 mil a 10 mil Unidades Fiscais de Referência do estado de Mato Grosso do Sul (Uferms), que na cotação de hoje equivale a R$ 95 mil a R$ 191 mil. Todas as lojas que comercializam brinquedos devem informar os clientes que o estabelecimento não comercializa armas de brinquedo.
Do G1 MS

4 de ago de 2014

Operação do Exército treina soldados em Mazagão, no Amapá

‘Salva Terra’ forma militares para garantir ordem em situações de risco.
Ação iniciou na segunda-feira (4) e segue até o dia 6 de agosto.


Operação 'Salva Terra', em Mazagão, vai formar 200
soldados do exército (Foto: Reprodução/TV Amapá)
O Comando de Fronteira do 34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS) do Exército Brasileiro iniciou na tarde desta segunda-feira (4) a Operação Salva Terra, no município de Mazagão, distante 70 quilômetros da capital. A ação acontece todos ao anos com o objetivo de formar os soldados da instituição militar no estado.
Cerca de 200 homens participam das atividades em Mazagão. O treinamento inclui  patrulhamento a pé e motorizado, segurança de instalações, postos de bloqueios e controle de vias urbanas e estradas, monitoramento de pontos sensíveis de ocupação e operações de busca e apreensão.
De acordo com o tenente Luís Afondo, do seção de relações públicas do 34º BIS, a programação faz parte do exercício de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), uma operação miltiar conduzida pelas Forças Armadas em casos específicos, em área previamente estabelecida e por tempo limitado, com o objetivo de preservar a ordem pública.
A garantia da lei é pedida para atender a uma situação de indisponibilidade, insuficiência ou inexistência dos órgãos de segurança pública.
“Esse adestramento faz parte das instruções dos soldados para garantir a ordem local [GLO]. É uma operação maior que dos outros anos, que será para um adestramento mais eficaz da tropa”, explicou o tenente.
A operação, que vai acontecer até quarta-feira (6), intensificará táticas para monitorar e conter ocupação em áreas específicas. 
“Vamos trabalhar ações para evitar ocupação de lugares sensíveis, para que ninguém ocupe locais de forma irregular”, concluiu o tenente Luís Afonso.
Do G1 AP

Justiça dá indenização a presos por cumprir mais tempo na cadeia no RS

Segundo o Judiciário, outros 300 casos semelhantes ocorrem no estado.
Homem de 35 anos ficou um mês e 19 dias a mais no regime fechado.


Dois presos ganharam na Justiça o direito de serem indenizados pelo estado do Rio Grande do Sul por ficarem na cadeia por mais tempo do que deveriam. Os dois casos não são os únicos. Segundo a Justiça, outros 300 presos aguardam a transferência para o regime semiaberto, como mostra a reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV (veja o vídeo acima).
O homem de 35 anos, acusado de roubar roupas, foi condenado a 11 anos e meio de prisão em 2006. Ele cumpriu a pena no Presídio Central, em Porto Alegre. Entretanto, em 2012, quando, por lei, teria direito a ir para o semiaberto, continuou atrás das grades. Segundo o estado, faltavam vagas nos albergues. Inconformado, o preso entrou com um processo pedindo indenização pelo período de um mês e 19 dias em que ficou a mais no regime fechado. A Justiça entendeu que ele tinha razão.
A juíza Lilian Cristiane Siman afirma que houve uma falha no serviço público pela inexistência de vaga no semiaberto. Segundo ela, por isso, o estado tem obrigação de indenizar o preso que teve o direito violado. A decisão preve um pagamento de R$ 2 mil.
Em outro caso, um traficante ganhou na Justiça o direito a uma indenização de R$ 3 mil pelo mesmo motivo. Ficou preso no regime fechado mais tempo do que deveria. O Estado recorreu, mas o recurso não foi aceito e o pagamento deverá ser feito nos próximos dias.
Os dois presos têm o mesmo advogado, Rodrigo Rollemberg Cabral, que pediu indenização por dano moral. "A pessoa, mesmo presa, está lá cumprindo a pena e tem a expectativa de que em tal data vai progredir de regime. Porque, como estão ali segregados, não têm muito o que fazer, eles acompanham dia a dia o tempo que falta para a liberdade. Você imagina, chegou o dia que ele tem para sair, viu que o juiz já deu a saída dele, e a cada dia que passa vê que continua dentro do cárcere. Isso é horrível, porque ele tem uma família. Ele pode ser preso, mas tem uma família, tem filho. E isso o está privando de conviver com a família, com o filho. Por isso, gera o dano moral", explicou o advogado.
De acordo com a Vara de Execuções Criminias de Porto Alegre, outros 300 presos que têm direito a progressão de regime seguem esperando transferência. De dentro das celas, os apenados entregam bilhetes aos juízes, reclamando da demora. Pelo menos 20 processos de indenização semelhantes já tramitam na Justiça. A situação preocupa a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
"Primeiro, porque o direito do preso não é assegurado quando ele tem progressão definida pelo cumprimento de pena. Em segundo lugar, a indenização por parte do Estado quem arca é o cidadão. Então, temos um duplo dano. O dano do preso que tem o direito de sair, e o dano econômico que o Estado arca, e quem paga é o cidadão", apontou Ricardo Breier, secretário-geral da OAB/RS.
A Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) informou em nota que não tinha conhecimento dos processos indenizatórios. Mas, admite que faltam pelo menos 1,4 mil vagas no regime semi-aberto na Região Metropolitana da capital gaúcha. A Susepe também diz que vem trabalhando para aumentar o número de vagas.
Do G1 RS

Após achar álcool etílico em marca de leite, Mapa pede investigação no RS

Problema, segundo governo, ocorreu em requeijão e leite UHT da Piá.
Cooperativa diz que não constatou problema, mas retirou itens do mercado.


A Superintendência Federal de Agricultura do Rio Grande do Sul solicitou ao Ministério Público Estadual investigações sobre a presença de álcool etílico detectada em uma inspeção em leite UHT e requeijão light da cooperativa Piá. O pedido foi encaminhado na última sexta-feira (1º), mas só foi divulgado nesta segunda (4). Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), desde julho a empresa está orientada a recolher lotes dos dois produtos.
O governo informou que no dia 15 de julho deste ano o posto de refrigeração da Piá em Vila Flores, município da serra gaúcha, foi interditado pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) após álcool etílico ser encontrado em amostras de leite cru refrigerado. Em nota, o Mapa ressaltou que "a presença da substância no leite é considerada fraude, pois mascara a adição de água". O posto, porém, retornou às atividades no dia 21 do mesmo mês, após implantar ações corretivas.
O recolhimento cautelar determinado atinge lotes de leite UHT integral fabricados em 26/06/2014 e com data de validade até 26/10/2014 (lotes L02/2 e L2-3) e do lote de requeijão light (200g) fabricado em 30/06/2014 e com data de validade até 30/09/2014 (lote L2). Além disso, o Ministério da Justiça foi comunicado sobre o fato e vai avaliar o recall dos produtos já comercializados, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor.
Segundo informações da rastreabilidade apresentadas pelo posto de Vila Flores, o lote do leite do qual foi coletada a amostra que havia sido remetido à sede da cooperativa, no município de Nova Petrópolis, também na Serra, foi utilizado na fabricação do requeijão light 200g e o leite UHT integral.
Procurada pelo G1, a Piá informou, em uma nota oficial, que análises internas e externas feita em um laboratório credenciado pelo Mapa do mesmo lote não constataram irregularidades nos produtos. A empresa garantiu, no entanto, já ter tomado providências para recolher os dois produtos do mercado.
Confira a íntegra da nota
Nota oficial da Cooperativa Petrópolis
Tendo em vista determinação da Superintendência Federal de Agricultura do Rio Grande do Sul (SFA-RS) determinou à Cooperativa Agropecuária Petrópolis Ltda. Indústria de Alimentos (Piá, SIF 758) o recolhimento cautelar dos lotes de leite UHT integral fabricados em 26/06/2014 e com data de validade até 26/10/2014 (lotes L02/2 e L2-3) e do lote de requeijão light (200g) fabricado em 30/06/2014 e com data de validade até 30/09/2014 (lote L2).
1 – Nas análises internas e nas amostras dos referidos lotes enviados para análise externa em laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura, não ficou constatado qualquer irregularidade nos itens produzidos;
2 – Ainda assim, a Cooperativa Agropecuária Petrópolis Ltda. procedeu o recolhimento no mercado dos referidos lotes, conforme solicitado pela Superintendência de Agricultura.
3 – Os produtos que ainda estiverem no mercado serão recolhidos.
Do G1 RS
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